IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Biografias – Gente da Vila
Rio, 5/11/2011
 

Jandira Silveira de Freitas

JANDIRA SILVEIRA DE FREITAS, nasceu no bairro carioca de Cascadura, filha de Leontina e Homero, católicos não prati-cantes.

Ainda criança a Jandira foi batizada na Igreja Episcopal da Tijuca, na rua Hadock Lobo, porque a madrinha escolhida para ela, a Ida, prima do Homero, que era membro daquela Igreja. Mas embora freqüentasse a casa da madrinha em datas especiais como aniver-sários e fim de ano (quando ganhava presentes), não tiveram maiores contatos e nunca foi na igreja da madrinha, onde fora batizada.

Foi através da amiga Eurídice e da tia Amélia (casada com o João, irmão da Leontina), da minha mãe João) da Igreja Presbiteriana, começou a ter contatos com os evangélicos e com a Bíblia. “A primeira vez que fui numa igreja evangélica, fui com a minha amiga Eurídice, mas não me lembro que igreja era. Acho que era uma igreja Presbiteriana, mas não tenho certeza. Eu tinha apenas 10 anos de idade. Achei curioso a igreja dela, pois lá a gente podia fazer perguntas sobre a Bíblia e sobre o assunto que estava sendo estudado. Como vocês podem ver, meu primeiro contato com a Igreja Evangélica foi numa classe de Escola Dominical”, diz Jandira.

Jandira passou a ir de vez em quando com a amiga na Igreja dela. E passou a ir também de vez em quando na Igreja Presbiteriana onde a sua tia Amélia participava. Não demorou e Jandira aprendeu a orar. “Eu ainda era criança e orava pelos meus irmãos que achavam graça e riam de mim por eu estar orando. Era estranho para eles!”
Ficou nessa situação até os 19 anos de idade, ocasião em que conheceu o jovem Gilberto com quem viria a se casar. Gilberto era da Igreja Metodista de Vila Isabel, filho dos metodistas Acáccia e Waldemar. “Conheci o Gilberto através do Celso, um amigo dele que namorava a minha irmã Luci. Um mês depois da gente se conhecer, começamos a namorar. E foi na condição de namorada do Gilberto que comecei a frequentar a Igreja de Vila Isabel onde a família dele participava”.

Embora desde criança tivesse curiosidade para ler e estudar a Bíblia, só teve a sua primeira Bíblia depois que começou a participar da Metodista de Vila Isabel. Depois disso, nunca deixou de ter uma Bíblia à mão. “A minha conversão não aconteceu de uma hora para outra. A minha conversão se deu num processo. Desde aqueles tempos com minha amiga Eurídice e minha tia Amélia. Mas aqui em Vila Isabel foi onde a minha fé desenvolveu-se e alcançou a maturidade”. Em julho de 1963, após dois anos de namoro e da Igreja Metodista de Vila Isabel, a Jandira tornou-se membro da Igreja e casou-se com o Gilberto em 10 de outubro daquele mesmo ano. “Foi o Rev. Antônio Baggio quem celebrou o nosso casamento!”

O Sr. Homero, pai da Jandira, tinha respeito pelos evangélicos pois naquela época “era tudo gente boa”, séria e honrada. Por isso deixava a Jandira namorar um evangélico e participar de uma igreja evangélica. “Papai era dono de uma fábrica de paçoca que funcionava nos fundos de nossa casa em Cascadura. Quem gostava de lá em casa eram os pastores Arcendino Teixeira e Antônio Baggio”.

Aliás, foi na fábrica de Paçoca que os pais da Jandira se conheceram. Homero era o proprietário e a Leontina era uma funcionária. “Meus pais quando se casaram tinham uma grande diferença de idade. A mamãe tinha 15 anos de idade e o papai 48. E dessa união nasceram 10 filhos e filhas. Eu sou a 6ª. Dois irmãos faleceram ainda crianças e um terceiro, o Mário, faleceu aos 31 anos de idade. Os outros irmãos(ãs) são: Dolores, Diva, Edson, Luci, Ivan e Jussara. Eu nasci depois da Diva”.

Do casamento de Jandira e Gilberto nasceram as filhas Jaqueline e Gisele. A família frequentava ou o culto dominical matutino ou a Escola Dominical. Jandira participa de tudo que pode na Igreja. Dos dois cultos dominicais, Escola Dominical, culto da Igreja no Lar, reunião de oração... “Amo a minha igreja, cada irmão e irmãs, meus pastores. Amo! Amo! Amo!” Hoje as filhas com as respectivas famílias não participam mais da Igreja da Vila. Mas a família é muito unida. Jandira e Gilberto têm 4 netos: a Samira (filha da Gisele, que é presbiteriana na Barra da Tijuca) e Igor, Bárbara e Camila (filhos da Jaqueline, que reside em Campos, RJ). “São meus tesouros!”

O Sr. Homero faleceu em 1967. Depois que o pai morreu a mãe Leontina foi com os filhos Edson, Luci e Jussara morar em Brasília. Foram morar lá graças ao convite do Júlio, esposo da Luci. Foi lá que a Srª Leontina faleceu em 2007. “Nos últimos 15 anos antes do falecimento da mamãe as famílias dos filhos(as) se encontravam para celebrar o aniversário dela, que acontecia em novembro. E mesmo depois que mamãe faleceu a nossa família continua se reunindo uma vez por ano no que chamamos de “Encontro da Família Silveira”. Minhas irmãs Luci e Jussara são metodistas lá em Brasília onde residem”.

Jandira já trabalhou no Ministério da Recepção e mais tarde com os Ministérios da Evangelização e do Reforço Escolar, onde colabora há 9 anos. “Gosto de tudo na Igreja: evangelizar, orar, estudar a Bíblia, participar de vigílias, colaborar em programações especiais e com os demais ministérios. Amo servir ao meu Deus e a minha Igreja!”

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