IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
Fundada em 15 de Junho de 1902

Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 400
Vila Isabel - Rio de Janeiro - RJ
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Biografias – Gente da Vila
Rio, 5/11/2011
 

Maria Tereza Rocha

Maria Tereza Rocha, filha de Aquilino e Jandira, nasceu no bairro de Vila Isabel, no Rio, onde moravam. Os pais trabalhavam na fábrica de tecido Confiança. Sua mãe faleceu vítima de turbeculose quando ela tinha apenas dois anos e meio de vida. Com a morte da mãe foi com o pai e a irmã residirem com a avó paterna Josina que a criou até os treze anos. Quando tinha 13 anos seu pai casou-se novamente, e a Maria Aparecida, segundo Tereza, foi uma madrasta muito amorosa. Ganhou dois novos irmãos desse segundo casamento do pai.

Conheceu o Joaquim e enamorou-se dele. Casaram-se quando Tereza tinha 28 anos de idade. Foi com essa mesma idade que teve o filho Leandro. Conheceu Jesus e a Palavra de Deus na casa de uma tia muito querida que residia no bairro Santa Rosa, em Niterói. A tia Maria Alves, tratada carinhosamente como “tia Liquinha”, era membro da Igreja “do véu” (Congregação cristã do Brasil) lá em Niterói. E fazia uma reunião de oração em sua casa todas as quartas-feiras à tarde. Desde antes de casar Tereza saia do Rio em direção à casa da tia para participar das reuniões de oração. E mesmo depois de casada e mãe do Leandro continuava assídua às reuniões. “Deixava o Leandro na escola, pegava o ônibus, ia à reunião na cada da tia Liquinha, voltava, descia do ônibus na Boulevard 28 de Setembro, pegava o Leandro na escola e ia para casa, sentindo feliz e abençoada. Foi na casa da tia Liquinha que conheci Jesus. Não freqüentava nenhuma igreja. Na verdade, logo depois de casada cheguei a frequentar a Igreja Católica Nossa Senhora de Lourdes, onde o Joaquim, católico praticante, ia às missas nos domingos pela manhã. Mas um dia eu me aborreci, pois eu me levantava para comungar e o Joaquim nunca ia. Se era pra comungar sozinha, não fui mais. Joaquim faleceu em março de 2004 sem me dizer porque ele não comungava”.

Tereza tinha uma vizinha chamada Regina que toda vez que a encontrava a chamava para ir para a igreja, onde freqüentava. Tereza aceitava os convites, mas quando a Regina apa-recia e tocava a campainha da sua casa, Tereza desistia de ir. Mas teve um domingo que Tereza estava decidida a ir e infelizmente a Regina não apareceu. Tereza foi na igreja e co-meçou a participar da Igreja Socorrista de Vila Isabel. Tereza estava naquela época enfrentando uma tiróide, e sentia-se fragilizada, pois teria de passar por uma cirurgia e tinha medo de morrer. Graças a Deus apegou-se ao nome de Jesus, passou pela cirurgia e recuperou-se bem, graças a Deus.

“Eu tinha 41 anos, o Leandro tinha 13 e a Ana Carolina 5 quando começamos a parti-cipar da Igreja. O Joaquim continuou indo à igreja católica. Ficamos por lá uns 6 anos. Mas o Joaquim implicava com o estilo de culto da igreja. Um dia ele me disse: Gostaria que você e as crianças participassem de uma igreja que fica ali na Boulevard 28 de Setembro, perto da Praça VII. Mas não dei muita atenção ao que ele falou. Mas Deus tem planos!! Um dia saindo do banco que fica ao lado da Igreja Metodista de Vila Isabel, me deu vontade de ir naquela igreja. Entrei e estava acontecendo uma reunião que as mulheres fazem às terças-feiras. Primeiro no templo o pastor Paulo Vieira fez uma reflexão bíblica e depois fomos para o salão social onde havia um lanche, um chá. Fui muito bem acolhida pela Maria Luiza Fontenelle, Silvina Montes e a Aida Valle Rego. Gostei tanto da Igreja que nunca mais deixei de ir. Eu e Ana Carolina, que tinha por volta dos 12 anos, nos tormamos metodistas. O Leandro ficou na Igreja Socorrista, pois estava namorando uma menina de lá, a Paula, com quem mais tarde se casou e tem três filhos lindos: Lucas, Leonardo e Juliana.”

Não demorou e a Tereza se enturmou e começou a trabalhar ativamente em nossa I-greja, no Ministério da Ação Social, no Ministério da Oração e na equipe de intercessores que se reuniam por anos na Capela às quartas-feiras à tarde para orar pela vida da nossa Igreja. Com a chegada dos pastores Ronan e Adilson a reunião veio para o templo e passou a chamar-se “Tarde com Cristo”. “Hoje ajudo ao Pr. Adilson nessa reunião tão especial nessa igreja. Amo minha igreja, meus pastores e meus irmãos e irmãs. Eu que já fui cantora de seresta, cantando até na Rádio Rio de Janeiro, hoje meu prazer é louvar ao Senhor”.

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