IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
Fundada em 15 de Junho de 1902

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Vila Isabel - Rio de Janeiro - RJ
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Biografias – Gente da Vila
Rio, 5/11/2011
 

Léia dos Santos

A Léia dos Santos, nasceu e foi criada num lar evangélico. Nasceu em Vitória, ES. “A primeira igreja da Assembléia de Deus no Espírito Santo se reunia na casa da minha avó Eulália. Vim para o Rio de Janeiro com a família quando eu tinha 5 anos de idade”. Junto com a mãe Judith, o pai Jacinto e os 5 irmãos vieram morar em Cascadura e frequentavam a Igreja Assembléia de Deus de Madureira.

Léia tornou-se membro daquela igreja aos 15 anos de idade. Mas ainda adolescente começou a achar as doutrinas da igreja muito restritivas. Aos 17 anos saiu daquela igreja e começou a procurar uma igreja onde se sentisse mais feliz. Esse processo coincidiu com o início do namoro com o Alcides, seu esposo há mais de 43 anos. “Ainda solteira comecei a frequentar esporadicamente a Igreja Metodista de Cascadura. O Sr. Elyas Soares foi meu professor de Escola Dominical lá em Cascadura naquela época. Não me casei na Igreja de Cascadura porque o templo estava em obras. Eu e o Alcides nos casamos em 12 de dezembro de 1956 na Igreja Presbiteriana de Madureira”.
Em 1957 nasceu o Alcides Junior. Depois que o filho nasceu deixou de ir à igreja. O esposo Alcides não era evangélico e trabalhava no quartel da polícia militar de 2ª à 6ª-feira e tocava trompete num conjunto em bailes aos sábados e domingos. Embora o esposo Alcides não fizesse parte da Igreja, apoiava e incentiva a participação da Léia na igreja.

Em 1972 a família veio morar no bairro de Vila Isabel e Léia e os filhos Alcides e Leinha (que tinha 5 meses!) começaram a freqüentar a Igreja de Vila Isabel. Mas só passou a participar assiduamente da Igreja a partir de 1974. Conheceu os pastores Ferdinando Coelho e Filipe Mesquita, mas tornou-se membro da Igreja quando o pastor era o Rev. Eugênio Sias (1984). O filho Luiz Carlos nasceu quando já era da Igreja de Vila Isabel.
Conta que logo que chegou teve muitas dificuldades em entrosar-se na Igreja. Achava que as pessoas da igreja de Vila Isabel não eram acolhedoras. “Ninguém vinha falar comigo, dar atenção às minhas crianças. Mas graças a Deus isso passou. Eu decidi ser parte dessa Igreja, encontrei forças e ânimo no meu Deus. Superei barreiras e hoje amo imensamente a minha igreja. Depois dessa minha decisão, Deus me abriu portas. A Demetilde foi a primeira pessoa que se aproximou de mim, tornando-se minha amiga e me ajudando a conhecer outras pessoas, entrosar-me na igreja e a fazer novas amizades. Ela me convidou para fazer parte da Sociedade de Mulheres, que foi um divisor de águas da minha vida aqui em Vila Isabel. Isso foi no ano em que minha saudosa amiga Elzira Peixoto, foi eleita presidente da Sociedade pela primeira vez. Elzira me acolheu e foi uma bênção em minha vida. A Silana Dornellas também era uma fonte de apoio, carinho e atenção. Também não posso esquecer nossas saudosas Ondina Franco e sua irmã Cladyr e a sobrinha Liséte Carvalho. Gente que fez diferença na minha vida e que faz muita falta!”

Dois anos após começar a participar e trabalhar na Sociedade de Mulheres passou a coordenar o Círculo do Amor (um dos 3 grupos de trabalho da Sociedade), ao lado da Jane Gonçalves. Depois trabalhou no Ministério da Ação Social ao lado da Heloísa Stopatto e do Henrique Coutinho. Trabalhou também com os juvenis da Igreja, quando a Damaris Amaral era a Conselheira dos Juvenis. E participava das reuniões de oração nos sábados pela manhã dirigidas pela saudosa Georgina. Convidada pela Elzira Peixoto, responsável por preparar os elementos do pão e do vinho para a ministração da Ceia do Senhor, passou a ajudá-la e depois a substituiu até 2008, quando precisou passar por uma cirurgia no joelho, passando a tarefa para a Maria da Penha Gobbi. Também passou a in-tegrar o Coral e servir a Deus também através da música. “Eu cantei no Coral da Igreja As-sembléia de Deus de Madureira dos 12 aos 17 anos. Entrei para o Coral quando a Siléa Stopatto veio da Metodista de Cascadura para Vila Isabel e assumiu a regência do Coral Henrique Soares”.

Hoje a Léia é amada pela sua alegria e amizade e também pelos deliciosos bolos que animam e adoçam nossas festas e celebrações. “Amo muito a minha igreja e de modo especial a Sociedade de Mulheres e o Coral”, conclui.

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