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Rio, 10/4/2008
 

As condições sociais, morais e religiosas da Inglaterra no começo do século XVIII (Paul Eugene Buyers)

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Paul Eugene Buyers (*)


1. As condições sociais.

O avivamento religioso da Inglaterra no século dezoito foi acontecimento nacional. Wesley mudou o espírito da sua época. É impossível calcular a magnitude das mudanças que se deram na Inglaterra no século dezoito, sem mencionar ligeiramente as condições sociais que reinavam naquela época.

Essas condições eram tais que a população se conservou estacionaria durante três séculos, desde o século quatorze até ao século dezessete. A população da Inglaterra no reinado da rainha Elizabeth não excedia de três milhões de pessoas. Mas no século dezessete, devido ao desenvolvimento da lavoura e, no século dezoito, devido ao desenvolvimento da lavoura e da indústria, a população chegou a mais de sete milhões.

Quando João Wesley organizou a sua primeira classe na cidade de Londres, não havia ali mais de seiscentos mil habitantes. Assim se pode dizer a respeito de muitas outras cidades da Inglaterra naquele tempo.

Não havia facilidade de contato entre os habitantes das várias cidades, vilas e arraiais. As estradas eram ruins. Até o ano de 1753 não havia diligência que corresse entre Londres e Liverpool. Só em 1774 é que se criou tal meio de transporte. O escritor Rogers diz acerca dessa época: "Não há, creio eu, no ocidente qualquer lugar onde tem havido tão pouca mudança na vida econômica e nos hábitos do povo que se encontra nas zonas rurais da Inglaterra desde o reinado pacifico de Henrique III". (Simon, p. 51). Assim por um período de cinco séculos pouca mudança se deu na vida rural do povo inglês. Não é, pois, de admirar que Wesley nas suas viagens entre o povo, notasse com admiração a curiosidade com que os habitantes das vilas o recebiam, como se fosse homem do outro mundo. Não era fácil para Wesley e seus ajudantes visitar o povo. As viagens eram penosas, especialmente no tempo frio. Wesley menciona no seu diário os perigos que correu em percorrer o país a cavalo.

A classe dos operários, tanto na lavoura como na indústria, ganhava muito pouco. Um homem do campo ganhava de quinze a trinta cruzeiros por semana e os operários na indústria recebiam, por semana, entre quarenta a cento e trinta cruzeiros. A tendência nessa época era que o povo do campo procurasse serviço nas vilas e cidades.

Os negociantes lutavam com mil dificuldades. As estradas eram ruins e custava muito transportar as mercadorias de um lugar para outro. As carroças e os burros de carga mal podiam passar pelas estradas cheias de buracos e atoleiros. Havia, nas lojas, pequena variedade de mercadorias que não eram bem conservadas nem bem guardadas. O povo em geral não tinha com que comprar, mesmo que os negociantes tivessem grande variedade de mercadorias para vender. E, além disso, os impostos eram pesados; os negociantes assim não tinham muito lucro.

Havia a classe dos abastados e ricos que não se importavam com os operários e negociantes. Não se importavam com os pobres e ignorantes, não porque se julgassem melhores, mas porque eram indiferentes ao bem estar dos seus semelhantes. Portanto, havia gente perecendo diante dos seus olhos e eles não se importavam com isso. Não sentiam qualquer responsabilidade em promover a alegria dos seus semelhantes menos favorecidos. Estavam no caso do rico da parábola do Rico e do Lázaro.

Vejamos agora os pobres. O número de pobres na Inglaterra naquela época era enorme. Os mendicantes se encontravam em Londres, nas vilas e nas zonas rurais. O pequeno salário dos operários é uma explicação disso, mas havia outras razões também: falta de serviço, crises e indolência.

Em face de tanta pobreza, havia um espírito benévolo entre os abastados e da parte do governo. O governo não deixava de atender às necessidades dos pobres, porém havia muita fraude na administração da caridade. E, fato notável, quanto maior verba se destinava ao socorro da pobreza, tanto mais pobres se apresentavam.

O código civil e penal era severo demais. Como a classe superior governava as classes inferiores, sem conhecer as suas condições e sem se simpatizar com a sua sorte, não é de admirar que o código penal fosse coisa terrível. Havia no código penal enumeração de cento e sessenta crimes sujeitos a pena de morte. O dr. Sydney, falando sobre isso, disse: "Furtar um cavalo ou uma ovelha, arrancar qualquer objeto de valor das mãos de um homem e fugir, furtar o valor de cento e cinqüenta cruzeiros numa casa particular ou vinte e cinco cruzeiros numa loja, tirar da bolsa de alguém cinco cruzeiros, todas essas ofensas eram punidas com a pena de morte". (Simon, p. 63).

Na primeira parte do século dezoito, setenta e sete criminosos sofreram a pena de morte e só dezoito deles eram homicidas. Não era coisa estranha ou extraordinária testemunhar a execução da sentença de morte de dez ou doze pessoas numa só ocasião. A forca era um dos instrumentos de morte, mas se usavam outros meios mais cruéis ainda: pesos de ferros ou de pedras no peito do réu deitado de costas. Algumas pessoas, incluindo mulheres, foram queimadas.

Não é agradável narrar esses fatos, mas é necessário para se compreender o povo inglês desse período. O povo não somente fazia isso para castigar criminosos, mas por que tinha prazer em ver uma pessoa sofrer. Por ocasião de um enforcamento, o povo juntava-se em grande número para apreciá-lo. Era um divertimento. Só no século dezenove se ouve urna voz de protesto contra tais leis de brutalidade.

Se os réus eram tratados com tanta brutalidade, que se podia esperar do tratamento dos presos? É impossível exagerar a maneira cruel por que os presos eram tratados nas prisões. As prisões eram focos de imundícies e covis de vícios. Os presos tinham de conseguir camas, senão dormiriam no chão. O frio e a fome eram companheiros de muitos presos. Havia homens corretos, mas que por terem faltado com o pagamento de suas dividas, eram lançados na prisão até que pagassem o "último ceitil".

O único raio de luz que se vê no meio dessas trevas é o interesse que o General Oglethorpe manifestou para com os presos. Ele conseguiu permissão do governo para levar para a América, para começarem de novo a vida na colônia da Geórgia, os presos cuja culpa era não terem podido pagar as suas dívidas. Havia pessoas, como João Howard, que se interessaram no melhoramento das prisões da Inglaterra, porém foram precisos muitos anos para corrigir esse grande mal na vida social do povo inglês.

Além do General Oglethorpe e João Howard, houve outras pessoas como João Wesley e Carlos Wesley, George Whitefield e Elizabeth Fry, que visitaram os presos, procurando aliviar os seus grandes sofrimentos, e interessar o governo na solução desse grande problema social. Foi o senso de irmandade e simpatia cristã que abriu os olhos dos ingleses para a necessidade de se auxiliarem mutuamente uns aos outros e que salvou a Inglaterra de uma grande catástrofe.


2. As condições morais.

Se as condições sociais eram ruins, que se poderia esperar quanto as condições morais? No meio de um povo corrompido, havia muita gente boa. Como encontramos no meio do povo israelita, no tempo dos Juizes, famílias como a de Rute, assim, no meio do povo inglês, no século dezoito, encontramos famílias como a de João Wesley.

No meio de tantas trevas uma pequena luz evangélica cintilava.

O caráter dum povo pode ser julgado pelos seus divertimentos. Tomando esse critério, queremos examinar a vida esportiva dos ingleses.

O teatro constituiu o ponto central dos divertimentos do povo. Os autores estudavam o gosto do povo inglês e escolhiam as peças de acordo com ele. Geralmente as peças representavam o lado fraco da humanidade. Houve, contudo, alguns homens, como Davi Derick, que se esforçaram por elevar o teatro e salvá-lo do lamaçal. Mas há bastantes motivos para críticas severas do teatro.

Um homem, como Lecky, que apreciava o teatro, não deixou de queixar-se dele, dizendo: "Como as coisas estão atualmente, multidões são impedidas de assistir a esse divertimento nobre por causa dos abusos e corrupções que nele se encontram. Um pai tem receio de que sua filha se perca pelos divertimentos que são inventados para elevar e refinar a natureza humana. O cavalheiro esmerado que se apresenta no palco inglês é a pessoa que se familiariza com as mulheres dos outros homens e não se importa com a sua, e as senhoras de alta estirpe são um misto de esperteza e falsidade". (Simon, p. 76).

Tanto a classe dos freqüentadores de teatros como as peças representadas revelam o estado moral do povo. Pessoas que tinham perdido toda a compostura moral freqüentavam os teatros e davam o tom a moda do dia. Ficaram tão misturadas que era impossível distinguir as senhoras sérias das mulheres de vida livre.

João Wesley deu parecer acerca do teatro do seu tempo como sendo "poço de toda a profanação e corrupção".

A classe que se considerava instruída, não somente achava diversão nos teatros, mas também na leitura de romances que saiam da Imprensa Minerva. A maioria dos escritores desses romances eram mulheres. Sydney, descrevendo esses livros de intrigas amorosas, disse: "Podridão é a única classificação, com poucas exceções, que melhor descreve todos esses livros". (Simon, p. 8O).

Enquanto as mulheres entretinham as suas mentes com a leitura de romances perniciosos, os homens se entregavam aos jogos de azar. Nunca, talvez, na história da Inglaterra, o jogo de azar se tornou tão comum e popular. As duas casas do Parlamento estavam cheias de jogadores.. Homens como Carlos Fox e Pitt e Wilberforce se entregavam ao jogo. Se homens dessa estirpe o faziam, que poderíamos esperar dos demais? Não havia uma reunião social, sem que as cartas de baralho não aparecessem.

Alem do jogo, havia, entre o povo, outro costume que revela o seu estado moral: o costume de judiar dos animais. A rinha de galos e o Bear-baiting forneciam um meio de divertimento. Homens de diferentes cidades promoviam esse esporte cruel, disputas que duravam três e. quatro dias em seguida, nas quais grande número de galos eram empregados. Grande número de pessoas se juntava em tais ocasiões para observar as brigas e fazer apostas. Às vezes, as apostas chegavam até Cr$ 35.000,00 e muitos galos morriam nas brigas. Tudo isso para divertir um povo moralmente decaído. "Bear-baiting" era divertimento muito apreciado pelo vulgacho. Mas com o correr do tempo esse esporte foi substituído pelas touradas.

Havia tanta crueldade praticada para com os animais entre os ingleses que os países europeus os chamavam de "a nação selvagem da Europa". Não é de admirar: se o povo gostava tanto de esporte cruel para com os animais, não gostaria também de judiar dos homens? Os sentimentos do povo estavam tão embrutecidos que não foi difícil desenvolver-se nele o espírito motineiro. Não havia recanto da Inglaterra em que não se notasse a manifestação de motins. Era uma espécie de divertimento em que o vulgacho tomava parte com gosto. Não havia outra coisa tão engraçada como atacar uma pessoa não apreciada e incomodá-la de toda a maneira, jogando nela ovos podres, legumes, gatos mortos, terra, pedras, etc. Muitas vezes tais pessoas eram espancadas, atiradas no chão e lançadas no rio. O espírito motineiro se desenvolveu do costume do povo que praticava crueldade com os animais. Os sentimentos assim se embruteciam.

Já mostramos o caráter moral do povo inglês, como se revelava pela sua vida esportiva. Vamos concluir este estudo, citando a observação de João Wesley, que viajou entre o povo e observou os seus costumes de perto. Ao mencionar, as coisas que caracterizavam o povo inglês, ele disse: "Os hábitos mais comuns são: tomar o nome de Deus em vão, profanar o dia do Senhor e embriagar-se". Em toda parte onde andou notou estas três coisas, que revelavam o estado moral do povo inglês.

A embriaguez era um dos males que revelavam a condição moral do povo. Foi vício que afetou todas as camadas da sociedade do país. Podiam encontrar-se bebidas alcoólicas em toda parte, nos cafés, nos botequins, nos hotéis, nas estalagens e nas vendas. A cerveja tornou-se a bebida do povo. O governo quis dominar a fabricação das bebidas alcoólicas e procurou excluir o vinho e outras bebidas da França e de outros países europeus. Mas o contrabando apareceu e grande quantidade de álcool entrava anualmente no país.

Em 1750 mais de 11.000.000 galões de álcool foram consumidos pelo povo. Tanto foi o álcool consumido pelo povo que os médicos ficaram alarmados com o grande número de doentes que apareceram em Londres. Houve, naquela cidade, mais de quatorze mil casos de doença atribuídos ao álcool. Os botequineiros (proprietários de botequim) ofereciam aos seus fregueses as seguintes vantagens:"Por um penny pode-se embriagar; por dois pences, pode-se ficar "borracho"; e há palha na adega onde se pode dormir de graça".

Tão comum se tornou a embriaguez entre o povo que alguns homens de bom senso recearam que o povo inglês se exterminasse pelo vício. Na carta que o dr. Martin Benson, Bispo de Gloucester, escreveu ao Bispo Berkley, em 1752, encontramos as seguintes palavras que revelam o alarme que sentiu: "O nosso povo" diz ele, "tem-se tornado cruel e desumano, como nunca antes foi. Os malditos licores, que para vergonha do nosso governo, são tão fáceis de adquirir e em tão grandes quantidades são consumidos, tem mudado a natureza do nosso povo. E se continuarem a ser consumidos, destruirão mesmo a raça inglesa”. (Simon, p. 93)

A condição moral do povo na Inglaterra era deplorável. É difícil descrever o estado de degradação do povo no século dezoito. Mark Pattison, no seu tratado sabre as "Tendências do Pensamento Religioso na Inglaterra, 1688-1750”, disse o seguinte: "O a historiador do progresso moral e religioso esta sob necessidade de pintar o período como de decadência religiosa, de licenciosidade moral, de corrupção pública e de linguagem profana — um período de censura e blasfêmia. Foi uma época cuja poesia foi sem romance, cuja filosofia foi sem visão e cujos homens públicos foram sem caráter; uma época de luz sem amor, cujos méritos foram da terra". (Simon, p. 95)


3. As condições religiosas.

Se as condições morais da Inglaterra no século dezoito não eram boas, a mesma coisa pode se dizer a respeito das condições religiosas. A Igreja, nessa época, perdeu a sua visão celestial e ficou paralisada na sua vida íntima. Não há dúvida que o Deismo concorreu para prejudicar a Igreja, porém a Igreja mesma não tinha em si força espiritual para repelir as forcas do mal. A falta de visão e a paralisia espiritual são coisas que caracterizavam a condição religiosa do povo inglês o século dezoito.

A batalha intelectual contra o Deismo foi ganha, mas a Igreja perdeu a sua experiência evangélica. A vitória intelectual não foi suficiente: era necessário conservar os ideais do Novo Testamento e gozar saúde espiritual. A causa principal da fraqueza da Igreja no século dezoito era o clero. Os clérigos se metiam na política e gozavam de prestígio no governo.

A doutrina que o rei é o cabeça na Igreja servia muito bem naquela época para combater a política de Roma, mas não correspondia ao ideal cristão que afirma que Jesus Cristo é o cabeça da Igreja e que só pelos olhos da fé é que os crentes enxergam tais coisas. É difícil calcular o prejuízo que essa política causou à Igreja de Cristo.

Enquanto um rei protestante estava no poder, não havia muita dificuldade em administrar os interesses da Igreja, mas, quando reinava um rei católico, como se deu nos reinados de Carlos II e James II, então apareciam grandes dificuldades e multidões de intrigas. Onde tal espírito predomina, não se pode conservar o espírito de Cristo, porque os pastores ficam envolvidos em questões seculares e se tornam egoístas, em vez de pregarem o Evangelho, procurando a salvação das almas dos homens.

Tal política reduziu o clero a um degradante servilismo. É fato histórico que, na hora da morte do rei Carlos II, o bispo e outros receberam a benção do rei e, logo em seguida, o rei chamou o padre romano para absolvê-lo. Igualmente nos tempos de outros reis, os clérigos sentiam-se dependentes do rei para sua colocação e isto se refletia poderosamente na sua atitude para com o governo e no cumprimento dos seus deveres como ministros de Cristo. Tal política levou os clérigos a procurarem a proteção e o favor do rei. E o resultado foi que muitos deles ocuparam mais do que uma paróquia ao mesmo tempo, recebendo muito dinheiro e honras, sem servir ao povo no espírito de Cristo.

Isso atingia não somente aos Bispos, mas também ao clero em geral. Havia homens no ministério que não acreditavam nas doutrinas da Igreja. Muitos eram unitários na sua crença, porém, para conservarem-se nas suas paróquias, calavam-se. Havia mundanismo entre os clérigos. Gostavam de caçar, banquetear-se, beber e jogar. Eram homens mundanos. Tendo a proteção do governo, não podiam ser removidos das suas paróquias. Muitos, senão todos, entraram no ministério, como se fosse qualquer carreira secular. O ministério era considerado uma profissão e não uma vocação.

Havia duas correntes na Igreja para reformá-la: a dos dissidentes e a dos separatistas. O papel desses dois grupos era reformar a Igreja e conservar as verdades evangélicas. Havia alguns homens que se filiavam a grupos. Mas com o correr do tempo, esses grupos tornaram-se tão frios na sua vida religiosa como o clero da Igreja Anglicana. Para conseguir os seus fins, entravam na política e, assim, perderam em grande parte a visão que tinham em vista, quando se separaram da Igreja Anglicana. E, além disso, houve outra coisa que concorreu para prejudicar a espiritualidade desses grupos: foi a controvérsia doutrinária. Levantaram-se questões antigas do Arianismo e do Unitarianismo. As discussões ocupavam mais a mente e o tempo dos pastores do que a pregação simples do Evangelho. O resultado foi uma Igreja formal e sem vida espiritual. Assim as igrejas dissidentes e separatistas caíram da sua ortodoxia em Unitarianismo e perderam a nota evangélica.

Considerando o estado em que todas as igrejas da Inglaterra tinham caído, não é,.de admirar que o povo tivesse ficado indiferente ao poder do Evangelho. Não havia, de fato, pregadores inflamados do amor divino para proclamar as verdades eternas do Evangelho. Como disse alguém daquela época, "nada que exigia grande esforço e sacrifício foi encetado". Tais ministros eram impotentes para combater a ignorância e a corrupção que os cercavam. Não tinham poder de acordar a nação que jazia no vale da sombra da morte. Precisava-se de um avivamento.


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(*) Texto extraído das páginas 12 a 21 do livro História do Metodismo, de Paul Eugene Buyers, publicado pela saudosa Imprensa Metodista em 1945.

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