IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Conversão
Rio, 30/8/2008
 

O efeito da conversão sobre a saúde (Stanley Jones)

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Temos visto o efeito da conversão sobre o indivíduo e sobre suas relações. É decididamente a mais profunda influência permanente que se verifica na personalidade humana. Nada, simplesmente nada pode comparar-se a ela.

Tem a conversão qualquer efeito sobre o corpo? Seria estranho se não tivesse, pois o corpo, a alma e a mente são intimamente relacionados. O que quer que afete uma parte afeta o total. Às vezes o corpo fica enfermo e transmite a enfermidade à mente e à alma, e outras vezes é a mente e a alma que adoecem e transmitem ao corpo o seu mal. A porcentagem das doenças enraizadas no físico, na mente e no espírito é diversamente estimada. Alguns, tais como os cientistas cristãos, dirão que 100% das enfermidades têm suas raízes na mente e no espírito. Médicos materialistas dirão, por outro lado, que todas as enfermidades se enraízam no físico. A verdade se encontra no meio termo. A Associação Médica Americana está apta a dizer que é de 50%. Alguns médicos afirmam que 75% dos clientes que os procuram não necessitam de tratamento. Canalizam a enfermidade da alma e das mentes para os seus corpos, e nunca ficarão bem, a menos que mudem de atitude para com a vida.

Esta conexão entre os estados físicos, mentais e espirituais sempre existiu, mas só agora está sendo focalizada. Daniel escreveu a respeito de si mesmo quando se achava confuso e frustrado. "Eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse” (Daniel 8.27). De novo disse: "E disse àquele que estava diante de mim: Meu senhor, por causa da visão me sobrevieram dores, e não me ficou força alguma" (10 .16). Daniel ligou o "estar enfermo por alguns dias" e as "dores" que lhe sobrevieram com seu aborrecimento sobre a interpretação de algumas "visões".

Paulo ora: "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23). Algumas das enfermidades do corpo não são “sem culpa”, suas pistas pode ser seguidas diretamente às atitudes de espírito e da alma. Enraízam-se em nossos temores, ressentimentos, autocentralização, culpas, impurezas. O espírito e mente podem ser culpados pela enfermidade do corpo. Bendito seja o homem cujo espírito e alma e corpo se conservam sadios e sem mácula, que não pode ser incriminado por qualquer enfermidade que possa afligir seu corpo. Não está quebrando qualquer decálogo da saúde e nem passando ao corpo moléstias que surgem de atitudes mentais ou espirituais erradas. É "sadio e inocente".

Na Terceira Epístola de João lemos: "Amado, acima de tudo faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma" (v. 2). Que prazer orar pela saúde de alguém cuja doença não tinha raízes em distúrbios da alma, não transmitia para o corpo a enfermidade da alma. Era próspera a sua alma. Bendito seja o homem cuja enfermidade se estrutura no físico, não vem da mente. Aparentemente Gaio, para quem esta carta tinha sido escrita, tinha uma ameaça para sua saúde, no meio ambiente. Era Diótrefes, provavelmente, um espinho na carne: "Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida. Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas coisas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los, e os expulsa da igreja" (v 9-10). A ameaça à saúde de Gaio vinha, talvez, de Diótrefes, tipo de produtor de úlceras, que põe todo o mundo nervoso, criando tensões e ressentimentos pelo seu domínio egoísta na igreja. Jesus disse: "Acautelai-vos, quando vossos irmãos pecarem contra vós". Acautele-se da sua reação àquele irmão que estiver pecando contra você, pois esta reação poderá prejudicar e corroer sua vida toda. A sua reação às ações de outro homem pode ser urna tragédia para a sua saúde. Você pode ter justo motivo para suas reações erradas. "Mas veja o que ele fez comigo!" Justos motivos ou não, os resultados das reações erradas se registram no distúrbio funcional em seu corpo, que pode resultar em enfermidade.

Em todas as vidas, situações, igrejas, há sempre um Diótrefes. Alguém que o exaspera, causa constante de irritação e tensão. Qual é o remédio? Notem que João, ao finalizar sua epístola, convida Gaio a observar um homem: "Demétrio, todos lhe dão testemunho, até a própria verdade, e nós também damos testemunho" (v 12). Eis um testemunho surpreendente sobre um homem, "todos lhe dão testemunho". Sem dúvida, uma grande conquista. Porém, mais adiante e mais surpreendente ainda, "até a própria verdade". A própria verdade envolvia-o, sustentava-o, aprovava-o, apoiava-o. Tinha o amparo cósmico. Nada envolvia Diótrefes, a não ser o próprio Diótrefes. Eis que se esvaiu e definhou sem ter nada em que se amparar. E João, então, diz a Gaio que, de fato, Diótrefes parece forte quando abre caminho aos empurrões, mas não o leve muito a sério; a moral universal cuidará dele; está condenado à futilidade. O único que você deve imitar é Demétrio, ele é importante, aconchado pela realidade absoluta, aprovado pela verdade. Portanto, no benefício de sua própria saúde e físico, olhe de relance a Diótrefes, mas contemple Demétrio. Se você contemplar Diótrefes você obterá uma úlcera; se você contemplar Demétrio ficará exultante. Lado a lado de cada Diótrefes há um Demétrio. Um é destrutivo, outro construtivo; um é uma praga, o outro um bálsamo.

Se os antigos viam uma conexão entre a mente, as emoções e a saúde, os modernos vêem a conexão mais claramente. Há uma geração o famoso doutor William Osler, falando de um tuberculoso, disse: "O que está em sua cabeça é mais importante do que o que está em seu peito".

Freud disse que há desejos básicos na natureza humana, o desejo da morte e o desejo da vida. Qual deles controla o paciente, o desejo de morrer ou o desejo de viver? Isto decidirá seu destino. Este desejo de morrer pode ser inconsciente. Pode estar profundamente enraizado no subconsciente. Pode manifestar-se na vontade de escapar à responsabilidade, na vontade de evadir-se das exigências da vida, na vontade de fugir às situações. Muitos se refugiam na doença. Eis uma senhora que se casou com um homem muito atraente, mas que duvidava de si mesmo em retê-lo, pelo amor. Acamou-se por causa desta doença imaginária e morreu de sua primeira indisposição vinte anos depois. Conheci um homem que era surdo. O médico lhe perguntou quando havia começado. Fazia vinte anos. Exatamente quando sua esposa começou a importuná-lo. "Era intolerável", disse ele. Refugiou-se na surdez para fugir e ela se tornou crônica.

Uma jovem cristã apaixonou-se por um hindu e queria casar-se com ele. Seus pais, nada sabendo de seu afeto pelo hindu, fizeram arranjos para que ela se casasse com um cristão. Quando os adornos lhe estavam sendo oferecidos, surgiu uma erupção da pele, exatamente no pescoço, ouvidos e braços, partes do seu corpo onde os adornos seriam usados. Revelou-se o conflito da jovem a uma amiga cristã. Esta persuadiu a garota a desistir do hindu e conseguiu. Três dias depois a erupção desapareceu e, em uma semana, lhe deram alta no hospital. Ao se libertar do conflito, ficou boa.

Um senhor odiava o trabalho manual que era obrigado a fazer. Suas mãos tiveram uma erupção da pele. Por isso não tinha mais que trabalhar com as mãos. Ele, em seu subconsciente, produziu a enfermidade para escapar àquilo que odiava.

Provavelmente 75% das enfermidades são conseqüentes de atitudes emocionais e mentais negativas. Se assim é, então, evidentemente a conversão que corrige estas atitudes emocionais e mentais será o maior processo curativo jamais conhecido.
Um médico no Sanatório de Louisville costumava dizer a seus pacientes, todos os dias: "Vai bem sua religião? Vai bem seu amor? Se assim for, você vai ficar bom". Outro médico dizia: "O medo e o ressentimento são à base de toda a neurose". A conversão converte do medo e do ressentimento e, por isso, salva da neurose.

Citei o doutor Spafford Ackerley, da Clínica Psiquiátrica Norton, de Louisville, Kentucky, que diz: "O propósito da religião é a criação da nova vida, o desenvolvimento do timbre sentimental e a regeneração da energia psíquica". Volta-se do desejo da morte para o desejo de vida. Uma senhora escreveu: "No tocante a poderosos conflitos íntimos, meu corpo tem sido drenado de modo a resistir à enfermidade". A conversão faz escoar tais conflitos e dá ao corpo força para resistir e lançar fora as moléstias.

Temos sido informados de que as glândulas pituitária e adrenal conservam o corpo em equilíbrio quando sob tensões. Se a tensão não for muito grande estas glândulas podem restabelecer o equilíbrio e conservar o corpo contrabalançado. Mas se a tensão for muito grande, as defesas se abatem e o corpo fica exposto a contrair qualquer doença para a qual esteja propenso. As tensões são, então, a causa de todas as enfermidades. Se isso for verdadeiro, então nos atiram diretamente nos braços de Cristo. Ele é a força mais potencial e benéfica que pode operar na vida interior e conservá-la estável e equilibrada.

Na tradução (inglesa) de Moffat, lemos: "Se há, pois, algum estímulo em Cristo" (Fp 2.1). "Estímulo em Cristo", que frase!

Li alhures que se alterássemos a secreção das glândulas, alterar-se-ia o caráter de uma pessoa. Um homem bom perderia todo o seu senso de moral e praguejaria como poucos. "Isto é grave", disse a mim mesmo. "Então a moralidade não está no Novo Testamento, está nas glândulas, e é melhor que saiamos a pregar o Evangelho das boas glândulas". Fiquei perplexo. Ao perguntar a um médico se o estado de espírito e a emoção perturbam as glândulas, ele respondeu: "Certamente que sim". Continuei: "Que espécie de estado de espírito e emoções as perturbam?" Em resposta ele mencionou as coisas que prejudicam a secreção das glândulas e tudo que ele mencionou não era cristão. Perguntei-lhe: "Supondo que as glândulas de uma pessoa sejam normais e ele viva uma vida verdadeiramente cristã, as glândulas funcionariam normalmente?" Respondeu-me: "Elas funcionariam perfeitamente". Então repliquei: "Quer dizer, doutor, que temos glândulas cristãs?". Ponderadamente replicou: "Eu não lhe poderia dizer nada em contrário".

Então o "estímulo de Cristo" sobre as glândulas faria estas glândulas funcionarem perfeitamente, pois nossos corpos são feitos "por Ele e para Ele". Criou-os, e Ele pode e os torna a criar para seu próprio emprego.

Quando Cristo perguntou ao inválido junto ao tanque: "queres ficar são?", a pergunta era importante. Muitos querem ficar "bem", mas não querem ficar "sãos". Não querem ser personalidades sadias, integrais; querem curar-se da moléstia específica, para poderem voltar e viver como sempre, prosseguindo em sua maneira egoísta de vida. Depois ficam perplexos por Deus não os curar. Não pode haver cura que não proceda da inteireza, a pessoa total recriada. “Serviços de cura”, para onde se vai desejando sarar, em vez de tornar o outro são, saudável oferecem um perigo moral e espiritual, terminando em desilusão e naufrágio da fé.

Embora brilhante, uma neurótica que se transformara em "meia-pessoa", cancelando-se a si mesma, estivera nas mãos de psiquiatra. Disse-me: "Muito conforto me vem da frase "confie em Cristo"; mas a frase "entregue-se a Cristo" provoca agitação em meu interior". Por que? É óbvio que a frase "confie em Cristo" não inquietava sua autocentralização básica e dava-lhe alivio momentâneo, mas a frase "entregue-se a Cristo" importava numa transformação desta autocentralização básica a Cristo. Ela queria Cristo para confortá-la, deixando intocável a enfermidade básica - auto preocupação. Queria sarar, mas não queria ficar integralmente sã. A agitação era o que de mais compensador havia na situação. Tivesse aceitado a agitação e a enfrentado, teria lidado com a enfermidade, mas preferiu aceitar o conforto momentâneo que a confiança em Cristo lhe deu, e assim só lidou com o sintoma. A entrega de si mesma e de seu problema a Cristo a teria perturbado num nível apenas, o nível inferior no qual ela estava vivendo, mas também a teria assentado num nível superior, o da liberdade e da salvação.

O estímulo de Cristo não é uma injeção intramuscular ou equivalente para livrá-lo de uma crise, é um estímulo às necessidades básicas da preservação da saúde. Antes de aceitarmos seu estímulo temos que aceitar sua salvação. Ele é primeiramente um Salvador, em segundo lugar um estímulo. Salva-nos de atitudes erradas e de atos que nos alienam de Deus, de nós mesmos, de nossos corpos, de nosso próximo, da natureza, do universo. Ele reconcilia nosso coração ao coração do universo. Arranca as culpas enraizadas, o sentido de alienação, inferioridade, medo, ódio aos outros e a nós mesmos. Purifica a confusão interior de conflitos e condenação. Ele é primeiro e acima de tudo um Salvador. Depois Ele é um estímulo. Não tente saltar por cima do fato de que Ele é um Salvador e pedir-Lhe que seja um estímulo. Ele nunca pode estimular uma mola rebelde de conflitos íntimos. Eles devem ser submissos. Uma vez submissos você passará a receber a maior força terapêutica do universo, o estímulo de Cristo.

O desvio aos estimulantes da bebida e do fumo, das drogas e dos tranqüilizantes, do cinema por vício, às "festas" e reboliços de toda sorte, são substitutos baratos do estímulo de Cristo. Eles o erguem um momento, para o arrasarem no outro. O que resta é apenas um hábito insidioso e estrangulador que persiste e se desenvolve de permeio às alternações de subidas e quedas. O peixe cai no anzol.

Mas o estímulo de Cristo revigora aquelas necessidades básicas que promovem uma vida saudável e feliz. Quais são? Nomearemos nove, denominadas por Paulo, especialista no assunto, "frutos do Espírito": "amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio" (Gl 5.22). Notem a diferença entre as "obras da carne" e "os frutos do Espírito". As obras da carne são estas: "prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes" (Gl 5.19-21). Observem a diferença entre o que se aplica às obras da carne, e o outro que se aplica aos frutos do Espírito. As obras da carne retratam seres humanos estirados, mourejados, fúteis, fazendo esforços exaustivos para conseguirem divertir-se, espremendo do universo uma felicidade momentânea. Ficam esfalfados, exaustos, abatidos e frustrados. As obras da carne obram mal. Estão em desarmonia com a natureza e as exigências verdadeiras da personalidade humana, por isso transformam a personalidade que as aceita em um ser humano que range, labuta, geme e se exaure.

Mas os frutos do Espírito são diferentes. Os frutos nascem da verdadeira natureza da personalidade, expressão exata de sua vida interior. É, portanto, natural e livre. Os frutos do Espírito são o resultado super natural do estímulo do Espírito de Cristo no íntimo.

Observem: cada uma das quinze obras da carne, além de ser má, é má para nós. Cada uma de por si dilacera a personalidade, lança areia no mecanismo humano. A isto a Psicologia concorda tão clamorosamente quanto a fé cristã. Em oposição, todas as nove virtudes que constituem os frutos do Espírito não são unicamente boas. Todas elas, por si, contribuem para o bem-estar do homem, corpo, mente e espírito. Lubrificam o maquinismo humano. Também aqui a Psicologia aplaude tão entusiasticamente quanto a fé cristã.

Então, sobre o que o estímulo de Cristo é dirigido quando estimula a personalidade humana? O estímulo de Cristo é dirigido no sentido destas nove manifestações dos frutos do Espírito.

Antes, porém, dos frutos, a raiz tem que vir. A raiz é o novo nascimento do Espírito. No momento que a raiz é implantada em nós, todas as nossas potências acordam, estimuladas em interesses, vida, ideais e razões novas de viver. A epístola de Diognetus tem esta significativa sentença: "O que a alma é para o corpo, assim os cristãos são para o mundo. Os cristãos mantêm o mundo unido". Mantiveram-no unido porque acreditavam na vida, no ideal, no futuro - eles acreditavam! O novo nascimento era um novo nascimento de fé e de esperança. Não era uma enfadonha peregrinação sem sentido da existência. A vida estava vívida.

Quando o estímulo de Cristo produz aquele incentivo inicial e vivido, o novo nascimento, então, é seguido de um contínuo estímulo sobre estas nove virtudes que constituem os frutos do Espírito. O primeiro impacto é o estímulo do amor. É bom que o amor seja colocado em primeiro lugar na relação dos frutos do Espírito, porque o amor é primeiro na natureza humana. Violar a lei do amor é violar nossa própria natureza. As frustrações básicas à natureza humana, sejam mentais, espirituais ou físicas, procedem da carência de amar ou de ser amado. Tudo mais é secundário.

Eu estava falando num sanatório como capelão visitante durante a guerra entre a China e o Japão. Senti que faria bem aos enfermos e certamente ajudaria a socorrer a China se pudesse levá-los a costurar roupas para auxiliá-los. Comprei o material e, no encerramento do culto, disse-lhes que iriam receber os tecidos e que poderiam começar a trabalhar. Supus que haveria uma corrida dos cem pacientes, que na maioria estavam emocional e mentalmente doentes, mas que, segundo todas as aparências, estavam fisicamente bem. Ninguém veio. Fiquei perplexo. Perguntei a um médico a razão de semelhante reação. Replicou-me: "O senhor não vê? Estes pacientes não estão interessados em coisa alguma a não ser em si mesmos e em suas dores. Se estivessem interessados em algo além de si mesmos, não estariam aqui”. Estavam doentes porque se achavam centralizados em si mesmos.

O estímulo de Cristo rompe a tirania de auto-preocupação e o faz pensar em termos de outros, o faz amar. Por isso o cura. Os autocentralizados submetem suas glândulas ao estímulo da autopiedade, dos ressentimentos, do medo, de insuficiência. Logo as glândulas funcionam mal, funcionam contra a natureza; portanto provocam desarranjos e produzem enfermidade. Como diz R H. J. Stewart: "Nossa constituição total, corpo e alma, foi idealizada única e exclusivamente para o desempenho dê Sua vontade". Sua vontade é "amarás ao teu próximo". Se amarmos, tudo o mais sendo equivalente, estamos bem. Se não amarmos, ficamos doentes.

O estímulo de Cristo estimula as outras atitudes interiores, ajuda-nos a dar importância às coisas, produz amor. Por isso é o impacto mais terapêutico que podemos aplicar na nossa vida interior, e conseqüentemente sobre o corpo.

Um homem de negócios cheio de indisposições foi procurar o médico. Este, depois de proceder a um completo exame, receitou: "O que o senhor precisa é de uma nova filosofia de vida", e lhe deu uma nota pela consulta no valor de três mil dólares. O paciente voltou para casa furioso, telefonou para o pastor e, espumando, disse: "Sabe o que aquele estraga-prazeres me disse? Que preciso de uma nova filosofia de vida. E quanto pensa o senhor que ele me cobrou? Três mil dólares!". O pastor brandamente respondeu: "Acho que ele tem razão. É o que você precisa”. O paciente lhe perguntou: "Então, o que devo fazer?". "Leia alguma coisa", respondeu o ministro. "Que devo ler?", inquiriu o interessado. "Comece com Vida Abundante”. Ele o fez, e se converteu, se converteu da auto-preocupação para a Deus e preocupação com o próximo. Ficou sadio e feliz. Telefonou novamente ao pastor e disse: "Alegro-me porque o médico me cobrou três mil dólares, pois se ele tivesse cobrado uma importância comum, eu não teria dado atenção. Por me cobrar tanto, alertei-me e valeu a pena”. O médico aplicou um tratamento de choque e aquele homem tomou um choque da auto-centralização ao amor, e se curou pelo amor.

O estímulo de Cristo é um estímulo de amor, amor criador.

Em segundo lugar, o estímulo de Cristo produz alegria em nosso interior. Nada mais é necessário à saúde do que alegria. Já era conhecido dos antigos: "um coração alegre faz bem como o remédio”. O inverso é igualmente verdadeiro: "um coração triste faz mal como o veneno". Um médico costumava percorrer as alas de um hospital dizendo aos pacientes: "Nada como a jovialidade, para erguer o vosso ânimo; nada como as lágrimas para abatê-los". O diretor de uma Casa da Velhice disse: "A depressão mata mais pessoas do que qualquer outra coisa. Entre as pessoas de idade é o Assassino Número Um". Sendo isto verdadeiro, Faber podia dizer: "Alegria é a primeira coisa, alegria é a segunda, e alegria é a terceira". As flechas da tentação caem inofensivas e cegas contra um coração alegre”. Romanes, assim se expressa: "Uma torrente prolongada de sentimento de felicidade faz mais para animar o sistema de trabalho do que qualquer outra influência operando em extensão de tempo similar".

O estímulo de Cristo sobre a vida interior produz alegria, a mais pura, a mais permanente alegria conhecida, pois produz amor. Não é por mero acaso que a alegria segue o amor nos frutos do Espírito. Pois não há alegria sem amor. Uma felicidade egoísta seca-se automaticamente. Porque a felicidade egoísta baseia-se em ocorrências, não na alegria que permanece de permeio ao fluxo de ocorrências.

A conversão dispersa a culpa interior e a resultante tristeza íntima e, em conseqüência, é a influência mais forte para a saúde que pode ser encontrada em qualquer lugar. A alegria que vem pela conversão pode não ser expressa em versos aprimorados nestas linhas, mas quem a experimentou conhece o que pretendo dizer e concorda com ela:
Plenamente justificado
Viajei pelo firmamento,
Nem de Elias
o lugar invejei
em carruagem de fogo,
pois elevou-se alto, alto
e a lua serviu de escabelo aos meus pés.

A terceira coisa que o estímulo de Cristo traz é paz. Você tem paz com Deus, paz consigo mesmo, paz com seu corpo, paz com seu próximo, paz com a natureza, paz com a vida. Você tem paz e ponto final! É a "paz que ultrapassa a compreensão" e a incompreensão.

Uma psiquiatra judia disse-me um dia: "Pode me ajudar num caso? Tudo quanto ela precisa é de paz interior, uma segurança interior. Se ela tiver isto, ela se salvará aconteça o que acontecer. Eu não lhe posso dar isto. Talvez o senhor, como homem religioso, possa. Não espere que eu creia nestas coisas, mas se o senhor puder dar-lhe esta paz e segurança interior.. É disto que ela precisa". Disse-lhe que eu não podia, mas que conhecia Um que podia.

A paz que Cristo dá é a paz da suficiência. Compreende-se que não somente se suporta qualquer coisa que aconteça, mas é possível utilizá-la aconteça o que acontecer. Em Jesus tudo é oportunidade. Pois, pelo seu poder, pode-se transformar tudo em algo melhor. Você está convertido e conseqüentemente pode converter a calamidade em oportunidade, impedimentos em instrumentos, e Calvários em Auroras de Ressurreição. A paz no coração traz paz ao coração físico, aos nervos, até mesmo à medula de seus ossos.

Não preciso mencionar todos os outros elementos que constituem os frutos do Espírito que o estímulo de Cristo produz e intensifica. Benignidade, que é amor atuando nas pequenas coisas; bondade, que é amor em relação à lei moral, e o bem que retorna em bem para nós mesmos; fidelidade, que é o amor sem hesitação; a mansidão, que é amor cumprindo-se a si mesmo - "nunca se irrita"; domínio próprio, que é o domínio por Cristo e, conseqüentemente, o domínio próprio. Todos os outros sistemas são sistemas éticos. A fé cristã coloca o amor em primeiro lugar e o domínio próprio em último, um subproduto do domínio do amor. "O amor de Cristo me constrange". Logo é o controle de Cristo em vez de autocontrole. O autocontrole é tenso, cheio de ansiedade, rijo, assentando-se em repressão. O controle de Cristo é livre e suave e é uma expressão espontânea das profundidades, pois Ele as tem. Permitimos que a natureza salte. Você não é uma personalidade reprimida, mas uma personalidade expressada. Você é sadia porque é integral.

Tenho observado os grupos que vêm aos nossos Ashrams daqui e no exterior, envoltos, nas reuniões de Corações Abertos, em seus temores, ressentimentos, inibições, culpas, autocentralização. À medida que escutamos o que clérigos e leigos, jovens e velhos falam de si mesmos, perguntamos a nós mesmos se todas as pessoas frustradas das igrejas não se reuniram ali. Não eram. Mas eram, sim, o fluxo normal de membros de igrejas que se tornaram honestos consigo mesmos e uns com os outros, revelando com franqueza suas necessidades. Antes do fim da semana ficam libertos e iluminados e progressivamente alegres. Riem de qualquer coisa, até de si mesmos. Muitos deles vêm carregados de toda espécie de remédios para seus males e enfermidades. Riem de si mesmos depois por terem que levar toda a carga de volta para casa, sem usar. Um deles disse: "Vim aqui seguindo uma dieta rigorosa. Não podia comer isto, aquilo, ou aquilo outro. Volto comendo de tudo, até mesmo salsichas!" Um pastor que vinha sofrendo de asma e de enxaquecas e úlceras durante anos, nunca mais teve nada disto desde que depositou seus conflitos e tensões aos pés de Cristo.

Chegam cansados, exaustos e completam o extenuo programa do Ashram durante uma semana e voltam repousados. Se, como diz o neurologista Hatfield, "ficamos somente tão cansados quanto nossas mentes", então quando somos "transformados pela renovação de nossas mentes" na conversão somos rejuvenescidos, revigorados. Um homem disse: "No plano físico, sua vida é energia, e no plano do espírito é poder espiritual". Paulo podia dizer: "Para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim" (Co 1.29). Esta surpreendente energia e vitalidade de Paulo é observada nesta passagem: "Sobrevieram, porém, judeus de Antioquia e Icônio, e, instigando as multidões e apedrejando a Paulo, arrastaram-no para fora da cidade dando-o por morto. Rodeando-o, porém, os discípulos, levantou-se e entrou na cidade. No dia seguinte partiu com Barnabé para Derbe" (Atos 14.19 e 20). Observem, "dando-o por morto... levantou-se e entrou na cidade", ele mesmo! Devia estar terrivelmente machucado, mas entrou na cidade da qual tinha sido arrastado, entrou como um conquistador! Pensar-se-ia que ele havia de procurar fugir da cidade onde havia tanto ódio assassino. Não, pelo contrário, entrou na cidade, com a cabeça sangrando, mas indobrável. Mas surpreendente ainda é isto: "No dia seguinte ele foi com Barnabé a Derbe". Seu espírito triunfante o erguia fisicamente no dia anterior, mas não viria a reação no dia seguinte quando as feridas e dilacerações fossem mais profundas na dor e na inflamação? Não, ele seguiu no dia seguinte com Barnabé a Derbe! Não foi de ambulância, como provavelmente teríamos feito, nem de padiola, mas andou uma distância de vinte e cinco milhas. Isto é vitalidade, "a energia que ele poderosamente inspira o nosso interior". Não era a vitalidade e coragem de um momento de exaltação, pois "tendo anunciado o Evangelho naquela cidade (Derbe), e feito muitos discípulos, voltaram para Listra (onde ele havia sido apedrejado) fortalecendo as almas dos discípulos" (Atos 14.21): E provavelmente ainda depois de um mês não teve qualquer reação de temor ou tentativa de escapar, de fugir ao desagradável. Ele voltou e tornou a caminhar pela estrada na qual fora arrastado para fora da cidade, tornou a caminhar por ela de cabeça erguida e coração reverente, cheio da mais profunda gratidão que um homem pode ter, a gratidão de quem tem recurso interior para enfrentar qualquer coisa exterior. Este foi o estímulo de Cristo atuando numa vida receptiva.

Aquele mesmo estímulo atua hoje. Duas pessoas subiram à mesma plataforma num Ashram, um eminente ministro e uma menininha, filha de um ministro. Esta tinha um pé torto. Andava agora com o pé quase direito. Contou como viera ao serviço de cura divina e como fora curada, tendo o seu pé endireitado, podendo agora correr e saltar como o resto das crianças; sentia-se muito grata a Jesus. A seguir, o ministro contou como tivera asma e enxaqueca durante muitos anos, tendo entregado a si mesmo e a seus conflitos íntimos a Cristo num serviço de cura divina, e fazia um ano que não tivera qualquer manifestação de asma ou de enxaqueca, embora estivesse num trabalho que poderia facilmente ter produzido ambas.

Sem dúvida o estímulo de Cristo foi apropriado para os dois tipos de cura, um de estrutura - o pé da garotinha e o outro funcional - a asma e a enxaqueca do ministro.

Há outra maneira pela qual o estímulo de Cristo cura. Ele estimula nosso amor por Ele, o que nos enlaça ao Positivo, ao Afirmativo, ao Sim. Isto neutraliza e cancela todas as atitudes negativas de auto-piedade, de medo, de auto-preocupação com nossos próprios problemas e sofrimentos. "...sempre nele houve o sim" (2 Co 1.19).

Um homem teve um leve mal no joelho. Provavelmente teria sido curado se ele e sua esposa tivessem deixado à natureza a tarefa de restaurar, porém passaram o resto de seus dias cuidando daquele joelho. Assim perturbaram as forças duradouras da natureza pela sua exagerada interferência.

Um hábil, eloqüente e devotado ministro estava sempre pensando em sua própria saúde. Por isso vivia aflito com várias modalidades de dores. Quando lhe mencionei minha pretendida viagem a certo lugar onde seria necessário fazer algumas escalas, a pé, ele perguntou: "Será que seu coração e artérias resistirão?". "Não lhes perguntei, nem penso em perguntar-lhes!", respondi. Nele afirmo saúde, não doença; vida, não morte; glória, não tristeza; Sim, e não o Não.

Ameaçado pela diabete minha Voz interior disse: "Em Mim você está bem e íntegro”. Observem o "em MIM". Em medo, em ansiedade, em mim mesmo não estaria bem, nem íntegro. Teria sucumbido na diabete. Desde que permaneço "NELE" - o Positivo, o Afirmativo, o Sim, estaria bem e são. A prova tem sido a verificação. Deixe entrar o estímulo de Cristo que é eternamente e sempre curador, mas se tivesse deixado que penetrasse o estímulo do medo, da ansiedade seria eternamente e sempre produtor de enfermidade! O diagnóstico médico que dizia: "O senhor está sofrendo de um caso mais ou menos severo de diabete. Não vai melhorar, mas provavelmente piorará e apressará o fim", isso teria sido cumprido. Tudo isto correspondia, mais ou menos, à verdade "em mim mesmo", mas "nEle", o caso era diferente. Um ano mais tarde, quando o chefe da Sociedade de Diabéticos da América me examinou, disse: "O senhor não somente está bom, como está extraordinariamente bem". Os cinco anos seguintes vêm sendo os melhores da minha vida, infinitamente melhores! Quando comecei o mais extremo verão da minha vida, com a organização de oito Ashrams sob o novo regime (um na Índia e sete na América) Ele prometeu: "Vou dar-lhe o verão mais rico, mais fácil e mais completo de sua vida". E foi isto mesmo que se verificou. Foi o mais rico, mais fácil e mais completo e o triunfo cabe ao estímulo de Cristo. "Nele” fiquei bom e são. Fora dEle não estou bem, nem são. Tão simples quanto isto.

Há outra maneira pela qual o estímulo de Cristo cura. A Escritura fala de Bezalel: "E o enchi do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência, e de conhecimento, em todo artifício" (Êxodo 31.3). O estímulo de Cristo estimula as habilidades curadoras dos médicos, cirurgiões e psiquiatras que aceitam e trabalham por aquele estímulo. Dois dos mais famosos cirurgiões missionários que o mundo jamais conheceu foram o doutor Wanless e o doutor Vail, da Índia. Depois de me submeter a uma operação de apendicite, em que apenas se drenou o apêndice, devido a muitas aderências, surgiu o tétano. Escapei por graça divina. Seis meses mais tarde voltei aos médicos para extrair o apêndice. Vi então a revelação do estímulo que vem do estímulo de Cristo. Raramente observei tanta energia devotada. O doutor Wanless procedia a cerca de dezoito operações numa tarde só. Muitas vezes operava, até a meia noite. Disse-me: "Estou ficando velho, agora não posso continuar a trabalhar até meia noite como costumava. Tenho que interromper às 9h". Jovens médicos me disseram: "Ele corre tanto! Não conseguimos acompanhá-lo". Era a divina energia operando nele poderosamente. Mas o caso do doutor Vail era ainda mais marcante. Ao barbear-se um dia notou um caroço na face. Câncer! Voou para a Alemanha e se submeteu aos melhores e mais modernos tratamentos no gênero. Voltou com o equipamento alemão para empregá-lo com seus pacientes; parecia, aparentemente, que estava curado, mas seis meses depois o câncer rompeu novamente. Desta vez ele sabia que estava perdido, tinha apenas seis meses para viver. O que fez ele? Prosseguiu na sua clínica cirúrgica entre os necessitados da Índia. Assim fez até um dia antes de sua morte. Deixou a sala de operações quando não se agüentava mais, recolheu-se ao leito e, no dia seguinte, partiu para estar eternamente com seu Senhor! Quase posso ouvir as boas vindas: "Bem está, servo bom e fiel, entra no gozo do teu Senhor". O estímulo de Cristo libertou-o da auto-piedade, da amargura, da auto-preocupação, e o transformou num instrumento de cura até o fim.

Resumindo este capítulo, podemos afirmar que sujeitamos nossos corpos a estímulos que produzem saúde ou enfermidade. Toda emoção produz mudança física para o bem ou para o mal. A tristeza vem acompanhada de choro; alegria, de risadas; vergonha, de rubor; cólera, de elevada atividade do coração; desespero, de suspiros.

Vejamos alguns títulos de vários jornais: "As dores de cabeça são tanto de fundo psicológico como físico"; "As tensões se associam ao artritismo"; "O amor vence tudo - até mesmo úlceras"; "Dentes sadios têm ligação com as emoções".

Por isso cabe a cada um de nós escolher o estímulo emocional que atuará sobre o nosso corpo, o de Cristo ou o de temor, ciúmes, inveja, ressentimentos, autopiedade, autopreocupação, complexo de culpa.

Como obtemos vitória sobre estes? O remédio da fé cristã é simples. Tomemos o primeiro, o medo. Esta passagem penetrante nos dá o remédio: "Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados, antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações" (2Pedro 3.14-15).

Há várias maneiras de enfrentar o medo. Eis as que eu considero boas maneiras: 1) Emerson diz: "Faze aquilo que temes e o medo por certo morrerá". Uma amiga minha tinha medo de temporais, por isso, depois que se converteu, caminhou por baixo de tremendo temporal, repetindo o salmo vinte e três. O medo se desvaneceu. 2) Se teme que algo lhe suceda, deixa que aconteça. Uma mulher tinha medo de morte que alguém lhe pusesse as mãos sobre a cabeça. Incontinenti pus minhas mãos em sua cabeça, e orei. Ela riu, e o medo desapareceu. Estas são as "boas maneiras". Vejamos, porém, as boas novas. O remédio para o medo é “santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações". Entregue-se com seus temores a Cristo como Senhor, Ele é Senhor, não o medo. Eis que o medo desaparece. Pois que aproximadamente todos os nossos temores procedem de uma sensação de insegurança, de insuficiência para enfrentar situações, enfrentar a vida. A entrega a Cristo como Senhor lhe dá segurança absoluta de pertencer a Ele, que é a suprema e final autoridade, pelo que pode e lhe dá segurança absoluta. Ao entregar-se à Autoridade Suprema a tirania do medo se quebra. Porque, então, não haverá nada literalmente a temer.

Deixe que o estímulo do "Jesus é Senhor" opere em sua vida continuamente e, por certo, o estimulo de temor, ressentimento e ansiedade que gera a doença é neutralizado e cancelado por esta gloriosa afirmação: Jesus é Senhor!


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Este texto corresponde ao capítulo VII do livro "Conversão" de Stanley Jones

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