IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Jesus
Rio, 24/9/2008
 

Não se pode permitir que Deus seja calado (Ariovaldo Ramos)

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Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho de Deus. (Mc 1.14)

Depois de enfrentar a forças espirituais da maldade, Jesus começou a enfrentar os agentes humanos da maldade.

João fora preso por Herodes, representante do Império Romano, aliás, segundo John Dominic Crossan, em palestra no encontro Theologando, realizado em São Paulo, SP, no auditório Rebouças, no final de 2007, a assassino de João Batista estava tentando cair nas graças de Tibério Cesar, Imperador de Roma, com o fim de ser o único Rei de Israel, daí transformou o piscoso mar da Galiléia numa das maiores fontes de escorchante imposto, para tentar atrair, para si, a atenção de Roma – o que foi em vão. Enfrentado por João, seja por sua mensagem anunciando o juízo de Deus contra os opressores, seja por afrontá-lo por causa de seu pecado acintoso contra a Lei de Deus e a moral de Israel, manda prendê-lo e, mais tarde, o assassina.

Jesus, como quem percebe a mudança de clima, e a formação de um ambiente perigoso para qualquer movimento de resistência e de protesto, muda para a Galiléia.

Da Galiléia dos gentios, Jesus continua a pregar como João, tornando o profeta numa voz que não pode ser calada.

A voz daquele que clama no deserto não poderia ser calada por um ato de violência. Deus continuaria falando!

A estratégia de Jesus lhe permite, nas barbas de Herodes, continuar o que este estava tentando calar.

Jesus usou a autoridade da palavra para vencer o tentador e, agora, usava a estratégia para se contrapor aos agentes humanos da mesma maldade, soube discernir suas naturezas e, portanto, a forma de atacar cada uma.

Deus tem de continuar falando até que toda a ação da maldade seja denunciada e derrotada; e, para isso, é preciso saber o que se está enfrentando e como enfrentá-lo.

Lutar contra o mal é provocar revolução em dois ambientes; é discernir as duas realidades e ser efetivo em ambas.

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