IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Rio, 18/2/2010
 

O Dia final - os tempos finais da vida de Joćo Wesley ** (Rev. W. H. Fitchett)

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João Wesley possuía o dom – também se pode dizer a arte – de uma saúde de puro-sangue num grau sem rival. Talvez nunca houvesse outro que fosse mais bem servido por seus próprios nervos e sentidos – mão e pés, olhos, ouvidos e voz – do que ele. É verdade que a sua voz não possuía qualquer nota de órgão, nem volume de som explosivo.

A voz era clara, um flexível tenor com a suavidade e penetração da flauta, e com a curiosa sugestão de autoridade. Wesley nos conta como uma vez mediu o escopo de sua voz. Era distintamente audível por 130 metros. E todas as faculdades físicas de Wesley tinham as mesmas características de elasticidade e força. Leslie Sthephen lhe chama de “galo de rinha humano”. Era baixo de estatura, de pouco peso, direito e delgado.

Wesley conta no seu Diário: “Em 1769 eu pesava 122 libras (56 quilos), e no ano de 1783 o meu peso não era nem uma libra mais nem uma libra menos”. Um homem que não pesava quatro arrobas certamente não possuía nada de autoridade inerente a corpos volumosos, mas cada fibra desse corpo reto e delgado possuía a elasticidade e têmpera de aço.

Trabalho para ele servia de tônico. Todas as suas faculdades tornavam-se mais resistentes em virtude do uso intenso e incessante.

E o tempo parecia ter perdido o poder e retardar aquela figura deliberada e incansável. Morreram os seus camaradas. Um grupo de auxiliares desapareceu. Uma segunda geração de trabalhadores, os filhos de seus primeiros camaradas, lhe rodeavam. Ainda Wesley, qual planeta, continuou no seu curso, incessantemente pregando e viajando, fosse qual fosse o tempo ou os caminhos. Ele dissera no começo de sua carreira: “A folga e eu já separamos”. E parecia como se o tempo e Wesley tivessem se separado também! Os anos velozes lhe branquearam os cabelos e desta forma lhe deram feições ainda mais santas, mas não lhe tiraram a luz dos olhos, nem calaram a música de sua voz, nem lhe apagaram o fogo de seu zelo.

Wesley com uma fidelidade quase divertida costumava interrogar a todas as suas faculdades e registrava – geralmente nos aniversários de seu nascimento – a condição em que ele achava a inteligência e o corpo – quase como se pertencessem a outro qualquer. E desta forma, pelos últimos dez ou quinze anos de sua vida, quando já passara a idade com que a maioria dos homens caducam, temos narrações sucessivas de sua maravilhosa vitalidade, e das mudanças – ou da falta de mudança – que ele notava.

Assim, em 1764, Wesley escreve: “Almocei com Senhor Whitefield, que parecia ser velho, muito velho, achando-se completamente gasto no serviço do Mestre, embora ele conte apenas cinqüenta anos. Entretanto é de agrado de Deus que eu, agora com sessenta e três anos, me ache sem qualquer doença, nem fraqueza, nem caduquice, mais do que tive aos vinte e cinco anos, senão que tenho menos dentes, e mais cabelos brancos”. Dois anos depois ele anota como num só dia viajou 110 milhas, e de caminho leu a “História de Palmira”, e as “Viagens em Egito e Abissínia”, por Norden.

Aos 28 de julho de 1774, ele escreve no Diário um estudo característico de sua condição, e as causas que explicam uma saudade tão notável:
“Este sendo o aniversario do meu nascimento, o primeiro dia do meu septuagésimo segundo ano, eu estava indagando como é que me acho com as mesmas forças de há trinta anos? Por quê a minha vista é muito melhor agora, e os meus nervos mais firmes do que eram então? Por quê não tenho quaisquer das enfermidades incidentes de velhice, e já perdi algumas da minha juventude? A causa principal é a vontade de Deus, que faz tudo que quer. Os principais meios são: 1. O meu costume em levantar-me às quatro horas da manhã durante cerca de cinqüenta anos. 2. O meu costume em pregar às cinco da manhã; um dos exercícios mais salutares que há no mundo. 3. O fato que nunca viajo menos, por terra e mar, do que quatro mil e quinhentas milhas por ano."

Um ano depois ele escreve:
"Tenho agora setenta e três anos, e prego com muito mais facilidade do que quando tive somente vinte e três. Quais são os meios naturais que Deus tem empregado em produzir um efeito tão maravilhoso? Primeiro, constante exercício, e mudança de ares; segundo, levantar-me às quatro horas todas as manhãs; terceiro, a capacidade de dormir à vontade; quarto, o nunca ter perdido uma noite de sono na minha vida; quinto, duas febres violentas e duas profundas consupções (definhamentos) – eram remédios drásticos, mas causaram as minhas carnes a voltarem como as de uma criancinha; por último, suavidade de temperamento. Eu sinto e choro, mas, pela graça de Deus, não me perturbo com cousa alguma”.

Aos setenta e cinco anos, ele narra como havia andado mais ligeiro do que a diligência por cinco milhas no caminho de Kent. Ele escreve no Diário em 1781:
“Hoje entro no meu septuagésimo nono ano, e pela graça de Deus não sinto mais enfermidades de velhice do que quando tive vinte e nove. Tenho agora pregado três vezes por dia durante sete dias seguidos, mas é como se eu tivesse pregado somente uma vez”.

De que fonte de forças estranhas bebera este velho notável?

Em 1784 Wesley estava na Escócia, com tempo ruim e açoitado pelos ventos cruéis dos charcos. Ele registra que andou doze milhas sem cansaço algum – e tinha então oitenta anos!

Em 1785 ele escreve:
“Faz onze anos desde que senti algo de cansaço. Muitas vezes, quando falo, me falta a voz, e tenho de parar. Freqüentemente quando ando me faltam as forças, e tenho de parar. Mas mesmo então não sinto cansaço algum, mas sinto-me perfeitamente à vontade desde a cabeça aos pés”.

Em junho de 1786, quando tinha oitenta e três anos, Wesley viajou setenta e seis milhas num dia, e pregou três vezes e ele declara: no fim do dia “não me senti com mais cansaço do que quando me levantei de manhã.”

Estas notáveis entradas talvez precisem de um pequeno desconto. Às vezes a memória de Wesley lhe falhava. Por exemplo, ele afirma que uma das causas de sua saúde maravilhosa é “nunca ter perdido uma noite de sono na minha vida”. Aos 5 de julho de 1773, ele escreve: “Esta noite foi a primeira da minha vida que passei em claro, embora eu me achasse bem tanto em corpo como em espírito”. Ele diz que durante setenta anos nunca perdera uma noite de sono. Mas essa declaração é contrariada pelo seu Diário. Pois aos 10 de setembro de 1759, ele escreve: “Com febre durante toda a noite, não dormi nem um quarto de hora, senão entre duas e três da madrugada.” Aos 27 de julho de 1767, ele registra “A minha tosse é tão violenta de noite eu não dormi nem um quarto de hora.”

Wesley salienta uma feição de sua vida que é geralmente passada por alto, mas que contribuiu grandemente à sua saúde em geral. Havia largos espaços de solidão em todos os seus dias. Nunca houve homem que passou mais tempos com a multidão do que Wesley, entretanto poucos tiveram intervalos mais largos de solidão, mais salutar para a meditação. Ele escreve a um amigo:
“Vós não compreendeis a minha maneira de viver. É verdade que eu viajo quatro ou cinco mil milhas por ano. Mas geralmente viajo sozinho naquela carruagem e, por conseqüência estou tão sozinho durante dez horas do dia como se estivesse no deserto. Em outros dias eu nunca passo menos que três horas – freqüentemente dez ou doze horas – sozinho. De modo que há poucas pessoas no reino (Inglaterra) que passam tantas horas em reclusão de toda a companhia”.

Aos oitenta e cinco anos Wesley começa a notar sinais de decadência de suas forças. O seu passo não estava tão leve, a sua vista não tão boa, nem a sua memória tão certa, como já o foram em outros tempos. Mas, o invencível ancião acrescenta:
"Não sinto cousa alguma de cansaço, quer no viajar quer no pregar, eu não sou consciente de qualquer decadência em escrever sermões, que faço tão facilmente e, creio eu, tão corretamente como sempre”.

Mas o ancião octogenário nem sempre é consciente das mudanças em si mesmo. Outros são mais capazes do que ele em notar os pensamentos mais vagarosos, os passos menos certos, a voz mais débil. Wesley, como nota Hampson, onde quer que estivesse, tinha por costume pregar se pudesse ficar de pé; e isto era verdade também na velhice. O filho do poeta, Crabbe, na biografia do pai, descreve um dos sermões de Wesley neste período: “Wesley”, diz ele “era excessivamente velho, enfermo, e acompanhado, quase amparado, no púlpito, por um jovem ministro de um e doutro lado”.

No sermão, continua Crabbe, Wesley aproveitou de certas recordações clássicas. Citou umas linhas de Anacreon:
«Oft am I by women told,
Poor Anacreon! thou grow'est old;
See, thine hairs are falling alI.
Poor Anacreon! how they fall!
Whether I grow old or no,
By these signs I need not be told,
Tis time to livre, if I grow old.”

Ou seja:

“As mulheres me dizem freqüentemente
Pobre Anacreon! Tu estás envelhecendo;
Vês, os teus cabelos estão todos a cair!
Pobre Anacreon! Como caem!
Se estou a envelhecer ou não,
Por estes sinais eu não sei,
por isso não preciso que me digam;
se estou envelhecendo, então já é tempo que eu viva.”

O jovem Grabbe relata que Wesley citou estas; linhas com uma energia e fervor que produziram uma impressão profunda.

Em seu octogésimo sexto ano, em 1789, Wesley finalmente registra a presença da velhice. Ele diz: “Já vejo que estou me envelhecendo”. Se contemplasse os dias vindouros de forças decadentes, com olhos ansiosos, talvez ficasse desanimado. Estava lhe esperando a inação de uma velhice petulante? Mas ele registra: “Tu responderás por mim, Senhor meu, e Deus meu”. Então passa a falar no seu trabalho; descreve um domingo que veio logo depois, como sendo “um dia de descanso”, porque teve de pregar somente duas vezes! Perto do fim do ano ele diz: “A minha vista tem escurecido tanto que não posso ler bem à luz de vela,” mas acrescenta com espírito invencível, “posso escrever tão bem como sempre.”

No primeiro dia do ano de 1790, Wesley escreve: “Sou agora velho, decadente desde a cabeça até os pés. Meus olhos estão escurecidos, a minha destra treme muito. Tenho uma febre quase todos os dias; os meus movimentos são fracos e vagarosos”. Mas com a coragem característica, ele acrescenta: “Ainda posso pregar e escrever”. E continuou a pregar e escrever, se bem que com passo e mão mais vagarosos, entretanto com o espírito mais corajoso e o rosto mais radiante como nos dias de sua força. Escreve a Adão Clark, que nesse tempo estava doente, admoestando-o a seguir as instruções de seu médico em tudo menos o conselho de deixar de pregar. Acrescentando: “Julgo que se eu tivesse seguido tal conselho (deixar de pregar) muito anos atrás, hoje não estaria eu entre os vivos”.

Não há causa mais bela em Wesley do que a alegria do seu espírito, enquanto o corpo e cérebro estavam cedendo ao toque paralisante do tempo. A passagem dos anos lhe branqueou os cabelos e escureceu-lhe a vista; tornou pesado o passo, lhe fez a mão tremente, a memória hesitante; mas tudo que havia de mais nobre em Wesley – a fé calma, a coragem serena, o zelo flamejante, a vontade indomável – continuavam exatamente como nos dias do seu vigor. Quando amigos tinham de ajudá-lo, amparando-o na rua ou no púlpito, ele repetia com um sorriso:
“Tis time to live, if grow old.”

Ou seja:

“Se estou envelhecendo, já é tempo que eu viva.”

Enquanto o tempo ia minando até a duradoura resistência de Wesley, seu irmão mais novo, Carlos, morria aos 29 de Março de 1788. Ele era o mais emotivo dos dois grandes irmãos, e a morte, como é comum com pessoas de seu temperamento, não foi iluminada por um fogo de alegria extática (em êxtase). Como que por alguma lei sutil de compensação, grande gozo na hora da morte é às vezes concedido àqueles cujas vidas têm sido afinadas em escala mais sombria, e negado àqueles que conheceram frequentes êxtases de alegria nos dias de vida saudável. Mas os últimos momentos de Carlos Wesley, se não trouxeram arrebatamento espiritual (alegria espiritual), foram marcados por uma paz muito doce e suave; e dificilmente se encontraria uma expressão mais perfeita da fé cristã do que as últimas linhas que o grande cantor do Metodismo escreveu:

“In age and feebleness extreme,
Who shall a sinful worm redeem?”
Jesus, my only hope Thou art,
Strength of my failing flesh and heart.
Oh, could I catch a smile from Thee,
And drop into eternity!”

Ou seja:

“Na extrema velhice e fraqueza,
quem há de resgatar um verme pecaminoso?
Jesus, Tu és a minha esperança,
Força da minha carne e coração desfalecidos.
Oh, que eu receba de Ti um sorriso,
Assim entrando na eternidade!

É nos dada uma descrição meio divertida, meio tocante de Carlos Wesley na sua velhice; por seu biógrafo, Jackson. Era um vultinho com cabelos brancos e ombros curvados, vestido contra o rigor do inverno mesmo no calor do verão, e montando num velho cavalinho branco, dando seu passeio diário. Caminhando lentamente, de repente tirava do bolso um cartão e lápis, começava escrever em taquigrafia tremente os versos que incessantemente lhe vinham ao cérebro. Diz Jackson: “Freqüentemente ele vinha à casa em City Road, e tendo deixado o petiço (cavalo pequeno, baixo) no jardim em frente, ele entrava clamando: “Pena e tinta, pena e tinta!” Fornecido de uma e outra coisa, ele escrevia o hino que havia composto. Feito isto, olhava ao redor sobre os presentes, saudando-os com muita amabilidade, anunciava um hino, e admoestava a todos da eternidade. Em tais ocasiões gostava do verso:

“There all the ship's company meet
Who sail with the Savior beneath,
With shouting cach other they greet,
And triumph o'er sorrow and death.
The voyage of life's at an, end
The mortal affliction is past,
The age that in heaven they spend,
For ever and ever shall last.”

Ou seja:

“Ali se reunirá toda a tripulação do navio
Que viaja com o Salvador aqui em baixo,
Com júbilo eles saúdam uns aos outros,
E triunfam sobre a tristeza e a morte.
A viagem da vida está no fim,
É passada a aflição mortal,
Os séculos que no céu ruirão,
para sempre e sempre durarão.

Carlos Wesley foi talvez o maior escritor de hinos dentre os povos que falam a língua inglesa. Poeta, em virtude de gênio natural, se nunca viesse sob o domínio das grandes forças de religião (mesmo que não fosse um cristão autêntico) ainda teria deixado o seu cunho nobre à literatura. Tudo para ele corria para a música rítmica quase que involuntariamente, mas a poesia tornou-se uma serva e um instrumento da religião, e achou a sua inspiração no domínio das emoções espirituais. E qual é o outro poeta que não venderia alegremente a sua fama para conseguir que os seus versos se tornassem canais de um poder tão perdurável como vibra nos hinos de Carlos Wesley?

Quem é ignorante da vida íntima do metodismo não pode julgar o valor desses hinos. São cânticos de marcha de um grande exército espiritual, os canais pelos quais correm, domingo após domingo o culto de dez mil congregações ou mais. São cantados aos ouvidos dos moribundos, e repetidos por lábios moribundos. Mas ainda mais se pode dizer deles. Encerram (contêm) o credo do metodismo traduzidos em termos de emoção e ajustados à música. Deste modo ajudam em explicar aquela linda identidade de doutrina que vincula todos os fragmentos do metodismo, sob todos os céus, não obstante todas as diversidades de organização, numa unidade espiritual.

Carlos Wesley, em seus hinos, assim prestou ao Metodismo um serviço inestimável: cristalizou em música o credo que o metodismo representa.

Indubitavelmente há credos que não puderam ser cantados nem traduzidos à harmonia de sons musicais. Quem poderia imaginar um livro de hinos agnósticos. É verdade que Thompson na sua “Cidade da Noite Temível”, tem adaptado o ateísmo à música, mas a música é de funeral. Aquilo que Keble fez por uma única escola da igreja anglicana, Carlos Wesley fez para o metodismo inteiro. Sim, ele externou na música de culto e de aspiração (adoração) à consciência espiritual do povo em geral.

Calos Wesley, como todos os filhos de Suzana Wesley, era douto. Possuía o dom de sua mãe de conversar e escrever no mais claro e conciso inglês; e embora não possuísse o intelecto lógico de seu irmão, ainda fez um trabalho quase tão elevado e tão perdurável. O epitáfio sob o túmulo, escrito por seu próprio punho exprime com clareza o seu caráter:

“With poverty of spirit blest,
Rest, happy saint, in Jesus rest
A sinner saved, through grace forgiven,
Redeemed from earth to reign in heaven
Thy labors of unwearied love,
By thee forgot, are crowned above:
Crowned through the mercy of thy Lord
With a free, full, immense reward!”

Ou seja:

“Abençoado com a pobreza de espírito,
Santo feliz, descansa no descanso de Jesus;
Um pecador salvo, perdoado mediante a graça,
Resgatado da terra para reinar no céu!
Os teus trabalhos de amor incansável,
Por te esquecidos, são galardoados em cima;
Recompensados pela misericórdia do Senhor
Com um galardão livre, pleno e imenso!

Depois da morte de Mr. Gladstone, o Lorde Salisbury disse dele: “Ele era um grande Cristão”; mas no emprego desta frase ele estava somente citando inconscientemente as palavras proferidas acerca de Carlos Wesley por um que o conheceu com a maior intimidade. “Era grande douto, sem ostentação; grande cristão sem esquisitices, e grande teólogo sem o menor desdém pelo mais humilde de seus irmãos”.

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** (Esse texto corresponde ao capítulo XVIII, "O fim do Dia", do livro "Wesley e seu século – um estudo de forças espirituais, Volume II", respectivamente nas páginas 230 a 239, edição de 1916 publicada pela Typographia de Carlos Echenique, Porto Alegre, RJ).

OBS: As notas explicativas dentro de parênteses são de iniciativa dessa edição on line do site da Igreja Metodista de Vila Isabel.

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