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Palavra Pastoral
Rio, 7/7/2012
 

A Incredulidade dos Habitantes de Nazaré

Pr. Edson Cortasio Sardinha


 


Marcos 6.1-6

A incredulidade pode impedir a ação de Jesus sobre nossa vida e construir barreiras para que não vivamos o melhor de Deus.
No Evangelho de hoje iremos conhecer a resistência que o Senhor Jesus sofreu em Nazaré, a cidade de sua infância, e aprenderemos como a nossa incredulidade impossibilita a ação de Deus.

I. A Incredulidade em Nazaré
Jesus nasceu em Belém e foi criado em Nazaré. Certa vez desejou ministrar a Palavra de Deus em Nazaré com os seus discípulos. Era uma oportunidade que estava dando a sua cidade onde fora criado. Seus habitantes iriam receber o que as pessoas de outras cidades e aldeias estavam recebendo.
Quando Jesus pregou na sinagoga (as casas religiosas dos judeus) e realizou alguns sinais (curas), as pessoas ficaram espantadas e disseram: (2) ...Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?
Num primeiro momento eles ficaram surpresos, mas depois ficaram desiludidos e disseram: (3) Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele (desiludidos com ele).
Num momento acharam que Jesus fosse alguém muito especial, mas depois viram que era apenas o carpinteiro criado em Nazaré e não lhe deram crédito.
Muitas pessoas pensam que Jesus é apenas um profeta ou um grande pensador, ou até mesmo o fundador de uma religião e não dão crédito. Esta incredulidade fecha as portas da ação da graça de Deus e os incrédulos são cegados pelo deus deste século (satanás) para que não tenham a luz o Evangelho de Cristo (2 Coríntios 4.4).


II. A incredulidade é a desonra a Deus
Diante da incredulidade Jesus diz: (4) “Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa”. O Senhor estava afirmando que em qualquer lugar ele seria honrado, menos em sua terra. A incredulidade foi uma agressão a Jesus e uma desonra a sua divindade e amor. Jesus se sentiu desonrado.
Nossa incredulidade ofende Deus.
O incrédulo não tem condições de comungar com os sonhos e projetos do/a discípulo/a de Cristo. É neste sentido que entendo o apóstolo Paulo. Não podemos ter comunhão com o incrédulo no que diz respeito a compartilhar nossos sonhos espirituais e confidenciar a nossa fé. (2 Coríntios 6.14, 15).

III. A incredulidade impede a ação do Senhor
A incredulidade impediu a ação do Senhor Jesus: (5) Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
Além de produzir uma vida de ausência da ação de Deus, a incredulidade gera a morte eterna (Apocalipse 21.8).
A incredulidade dos habitantes de Nazaré foi tão grande que o Senhor Jesus ficou admirado: (6) Admirou-se da incredulidade deles.
A ação de Deus em minha vida será fruto da Graça em resposta a minha fé. Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6).

Conclusão:
A incredulidade fecha as portas para a ação de Deus. Ela tem o poder de nos paralisar e impedir o sonho de Deus em nossa vida.
Existem dois extremos: a crendice fanática em tudo (creem em Deus, nos gnomos, no poder das estrelas, entidades, etc.) e a incredulidade nas coisas de Deus (não crê na ação sobrenatural do Senhor Jesus e nem na necessidade de arrependimento e conversão)
Jesus veio ao nosso encontro para transformar a nossa vida e nossa resposta precisa ser baseada na fé. Não sejas incrédulo, mas crente. (João 20.27).
Preciso dizer: “Senhor, eis-me aqui. Realiza em minha vida a tua soberana vontade. Eu creio em Ti!”

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