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Páscoa
Rio, 7/4/2013
 

A Misericórdia do Ressuscitado

Pr. Edson Cortasio Sardinha


 


João 20.19-31

Este segundo domingo da Páscoa fala da Divina Misericórdia sobre a vida de Tomé. É a misericórdia do Senhor que nos restaura para a Missão.

I. Jesus ressuscitado ministra aos discípulos
Os discípulos estavam vivendo numa situação de medo por causa dos Judeus. Jesus aparece e ministra sobre os apóstolos: "Paz seja convosco!"(19). O Senhor mostra as mãos e o lado com as marcas do sofrimento da cruz. Ao constatarem que era realmente Jesus a alegria tomou seus corações (20). Jesus ministra novamente a paz e o Comissionamento. (21), sopra o Espírito Santo (22) e dá o poder de perdoar pecados (23). Jesus nos capacita para a missão. Jesus visita os apóstolos e ministra a misericórdia e a unção (Sl 23.6).

II. Tomé perde a Bênção e age com incredulidade
Tomé não estava congregado e perde todas as graças do Senhor ressuscitado (24). Quando retorna a congregação os apóstolos testemunham que o Senhor Jesus apareceu (25). A incredulidade de Tomé foi tão grande que ele disse: (25) “Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei”. O coração de Tomé estava duro. A ausência na congregação gera incredulidade. Deixamos de congregar e passamos a ter o coração dia a dia mais duro e insensível (Hb 10.25). Necessitamos da comunhão da Igreja.

III. O Jesus misericordioso restaura a fé de Tomé
Depois de oito dias, estando Tomé presente, o Senhor aparece e ministra a paz novamente (26). Ele se dirige para o lado de Tomé e diz: (27) “Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente”. Diante deste confronto e exortação Tomé apenas responde: (28) “Senhor meu e Deus meu!”. Tomé viu e creu. Mas o Senhor Jesus diz: (29) “Bem-aventurados os que não viram e creram”. A Divina Misericórdia restaurou a fé de Tomé. Foi uma ação da graça de Deus. É a misericórdia de Deus que nos salva, mas a ação de Deus dependem de uma resposta humana (Is 1.19).

Conclusão: Todos os sinais registrados no Evangelho são para que creiamos (31) que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhamos a vida em seu nome. O Evangelho nos faz crer na divina misericórdia.

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