IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Reflex§es
Rio, 23/2/2014
 

O Discipulado no modelo do Senhor Jesus

Pr. Edson Cortasio Sardinha


 

O discipulado cristão que ocorre nos Pequenos Grupos é um relacionamento de mestre e aprendiz, baseado no modelo de Jesus e seus discípulos, no qual o mestre reproduz tão bem no aprendiz a plenitude da vida que tem em Cristo, que o discípulo é capaz de treinar outros para ensinar e formar outros.

JESUS É O MESTRE FAZEDOR DE DISCÍPULOS. Como todo cristão leva o nome de Jesus, não existe lugar para a mediocridade no discipulado.

“A ordem de Jesus que transforma a vida - “Segue-me” – engloba tudo hoje assim como englobava tudo naquele tempo. NÃO PODE SER TRATADA COM LEVIANDADE. O destino eterno das pessoas depende da sua res-posta ao chamado de Cristo que ainda ecoa pelos séculos: Segue-me.” (Keith Philips)

O discipulado é o processo de formar vidas, ensinando-lhes um novo estilo de vida com base no Evangelho do Reino. Portanto, um/a discípulo/a é alguém totalmente com-prometido com o Senhor Jesus e com seus irmãos e irmãs.

O DISCÍPULO É ALGUÉM QUE CRÊ EM TUDO O QUE CRISTO DISSE E FAZ TU-DO O QUE ELE MANDA.

O termo discípulo aparece no Novo Tes-tamento mais de 250 vezes. Hoje em dia usamos termos como:
• Convertido: alguém que mudou de di-reção, houve transformação;
• Salvo: o que foi liberto da culpa e con-denação do pecado;
• Crente: aquele que crê (Atos 16.1; 5.14);
• Cristão: seguidor de Cristo, igual a Cristo (Atos 11.26; 26.28; 1 Pedro 4.16);
• Evangélico: não aparece na Bíblia (em Filipenses 1.27 lemos “fé do evange-lho”)

Os seguidores de Jesus eram conhecidos como discípulos; não somente os doze (Lucas 6.13), ou os setenta (Lucas 10.1-23), mas todos aqueles que reconheceram a Jesus como Senhor (Mateus 27.57; João 9.27,28; Atos 6.1 e 2).

O discipulado surge do vínculo natural em nossa tarefa de fazer discípulos. Deus quer que sejamos mais do que testemunhas e proclamadores. Ele nos deu a tarefa de ensinar e formar a vida da pessoa que se converte. Temos que entender, então, que o ministério de fazer discípulos não vai somente até o batismo, mas continua com a edificação do novo que se converteu. É uma relação de compromisso para edificação e frutificação. É alguém mais maduro que está ajudando o outro, que é mais novo na fé. Isto não é mais um método; é a prática de Jesus; é o que sustenta, edifica e ajusta ao corpo alguém que se converte.

É um vínculo que surge naturalmente quando alguém ganha o outro e se sente res-ponsável por ele: CUIDA, VELA, ENSINA, AMPARA, SOFRE E LEVA A CARGA. Assim, ninguém fica só. Todo “recém-nascido” fica com um “pai” ou uma “mãe” espiritual, que vai cuidar dele e alimentá-lo.

“...filhos meus amados. Porque ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais...” (1 Coríntios 4.14-17)

“...como pai a seus filhos, a cada um de vós, exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória.” (1 Tessa-lonicenses 2.11,12)

“Admoesto-vos, portanto, que sejais meus imitadores” (1 Coríntios 4.16)

“sigam os meus passos, como a um pai – (Efésios 5.1, trad. Philips)

Não há alegria e realização maior nesta vida do que aquela em que temos certeza de estarmos edificando vidas para toda a eterni-dade; homens e mulheres, jovens, adolescentes, velhos e crianças, enfim, uma família gloriosa “com cara de Jesus” para a glória de Deus Pai!

“Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas.” (2 Coríntios 12.15).

Este é o discipulado que desejamos!

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