IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
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Rio, 21/4/2019
 

Jesus a nossa Páscoa

Pr. Luiz Daniel Nascimento


 

“Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso celebremos a festa não como o velho fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.” (1 Coríntios 5.7-8).

 

A Páscoa, festa em que os israelitas comemoram a libertação dos seus antepassados da escravidão no Egito (Êxodo 12.1-20, Marcos 14.12), cai no dia 14 de Nisã (mais ou menos 1 de abril). Em hebraico o nome dessa festa é Pessach. A Festa dos Pães Asmos era um prolongamento da Páscoa (Deuteronômio 16.1-8).

Hoje celebramos a Páscoa, que para nós cristãos tem um significado direto da passagem da velha vida, marcada pelo pecado, onde prevalece, diz a Palavra do Senhor, as obras da carne conhecidas como prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam (Gálatas 5.19-21), o velho fermento, para a nova vida em Cristo, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29). Na celebração da Páscoa israelita o cordeiro era também chamado de páscoa. A ressurreição do Senhor Jesus aconteceu no dia da celebração da Páscoa israelita. E assim como a festa exigia um cordeiro sacrificado, cremos que a mesma prefigurava Cristo, a nossa Páscoa. 

O mundo, a sociedade em que vivemos precisa ver na Igreja, nos discípulos do Senhor Jesus, o poder da ressurreição manifesto em nossa vida. Jesus compara o fermento com a capacidade de influenciar e ilustra isto na parábola mencionada em Mateus 13.33, que diz: “o reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.” O fermento é a substancia que, misturada a massa do pão, a faz fermentar; o fermento se espalha por toda a massa. Jesus e Paulo ilustram o fermento como uma influência boa ou ruim que podem trazer. Quando Paulo fala ilustrando sobre os asmos da sinceridade, refere-se a não haver fermento algum ruim influenciando (1Coríntios 6.8). Paulo fala de um fermento em sentido oposto ao evangelho, cuja a vida mundana acabaria ofuscando o testemunho da igreja.

Hoje é dia de grande alegria, de muita celebração: Jesus ressuscitou, Ele vive. Sem este acontecimento nossa fé não teria sentido, o Cristianismo seria apenas mais uma entre muitas religiões cujos fundadores permaneceram no túmulo. Mas Jesus ressuscitou, sim ressuscitou!!!

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