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Rio, 12/3/2007
 

Testemunhando o amor de Deus (Aírton Campos)

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Testemunhando o amor de Deus

Airton Campos


Na Fazenda do Retiro, em Chiador, o dia amanhecera claro e ensolarado, fazendo desprender da vegetação a neblina ou cerração como é comum no final de outono, mas nada que interferisse na visibilidade, a não ser longe no horizonte. Aos poucos as pessoas iam se levantando, enquanto se preparava o café e se fervia o leite fresco apanhado no curral.

Terminada esta tarefa matinal, eu e Silêda deixamos a fazenda para ir, de carro, buscar o pão na padaria da cidade para então todos tomarmos o café da manhã juntos. Era um belo dia e íamos conversando. Ao deixar a estrada da fazenda para entrar na estrada municipal que liga Chiador a Três Rios, o fiz de maneira desatenta, sem observar se vinha algum veículo por esta estrada que possui muito pouco movimento. Saí, então, na frente de um caminhão basculante que se dirigia possivelmente para Três Rios. A colisão não pôde ser evitada naquela situação. Na primeira batida do caminhão na lateral dianteira esquerda de meu carro, ele o arrastou passando bem junto a ele. Então sua carroceria metálica, mais larga, atingiu a lateral traseira esquerda do carro numa segunda batida, deixando o veículo praticamente de frente para a estrada de onde saíramos.

Heloisa, que já saíra para sua caminhada costumeira e vinha voltando, a tudo assistiu à distancia e, juntamente com os homens que estavam no caminhão, veio nos socorrer. Verificando que aparentemente não tínhamos sofrido danos físicos maiores, foi imediatamente correndo - literalmente - até à fazenda buscar socorro e, esquecendo-se até do medo, passou por entre as vacas que deixavam o curral.

Os homens que estavam no caminhão ajudaram primeiro a Silêda a sair e depois a mim. Apesar de estarmos sem cinto de segurança, eu nada sofri, mas Silêda bateu com o rosto talvez no vidro e, em função da forte pancada com o tórax no painel, estava sentindo muita dor no lado esquerdo, além de dor também no braço e na mão esquerda, que sofrera pequenas escoriações.

Ali mesmo, enquanto aguardávamos o socorro que Heloisa fora buscar na fazenda, demos graças a Deus pelo livramento que nos havia concedido e também agradecemos por nada ter acontecido aos homens que estavam no caminhão.

Aceitamos a sugestão de Heloisa, que nos levava em companhia do Icaro, para irmos direto para Juiz de Fora a fim de obter um diagnóstico para a Silêda, em vez de ir a um hospital público em Três Rios. No Hospital Monte Sinai, tiradas as radiografias de tórax e mão e feitos exames de sangue, foi constatado que nada de mais grave havia ocorrido, havendo somente uma forte contusão. Após a Silêda ter sido medicada, voltamos à fazenda.

Com este, acontecimento sentimos que o Senhor pusera seus anjos conosco na hora do acidente e depois, outros anjos de carne e osso, sem túnicas brancas e asas, assumiram o controle, nos levando para sermos medicados e depois se desdobrando em gentilezas. As manifestações de carinho que temos recebido têm sido tão grandes que até levaram a Silêda a considerar que este tem sido o lado bom do ocorrido.

O Senhor é bom e fiel em nos guardar, mesmo quando nós, utilizando o livre arbítrio, tomamos atitudes erradas. Graças a Deus. Podemos então nos apropriar das palavras do cântico de Davi de ação de graças:

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. Também me deste o escudo do teu salvamento e sua clemência me engrandeceu. Exaltado seja o meu Deus, a Rocha da minha salvação”.

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