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Rio, 1/11/2020
 

Zaqueu – Um encontro com a Salvação - ( L u c a s 1 9 . 1 - 1 0 )

Pr. Edmar Leonardo da Silva


 

Jesus, em sua jornada terrena, teve vários e marcantes encontros com pessoas. Estas pessoas tiveram suas vidas mudadas de forma testemunhal. Dentre elas, o encontro de Zaqueu é um dos mais conhecidos em nossos dias. Recentemente, uma música sobre ele fez muito sucesso que até em meios seculares costumava-se ouvir o novo Hit “Como Zaqueu, quero subir, o mais alto que eu puder…

O publicano Zaqueu, certamente, era bem conhecido na cidade de Jericó, mas, nem por isso, benquisto. Seu ofício (cobrar impostos) causava repulsa em seus patrícios. Ainda que tivesse feito uma boa fortuna, não era uma pessoa desejada por perto. Tanto que, quando Jesus resolveu se hospedar em sua casa, a murmuração tomou conta das ruas. Coisas do tipo: “como um rabino do quilate de Jesus poderia ter comunhão com um cobrador de impostos, corrupto como Zaqueu?” (Cf Lc 19: 7). A sucessão dos fatos e o resultado da tamanha ousadia por parte de Jesus, não poderia ser outro: transformação de vida e salvação: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão” (v. 9).

Quero apontar algumas lições que podemos aprender a partir desse texto:

Apesar do tamanho da multidão, Jesus nos vê e nos conhece.

A multidão que seguia Jesus era grande, e crescia à medida que ele operava algum milagre. A cura do cego Bartimeu, por exemplo, (veja o final de Lucas 18). Entretanto, Jesus “acha” Zaqueu em cima da árvore e o chama pelo nome, evidenciando saber sobre a sua vida ao ponto de se convidar para ficar hospedado em sua casa. Da mesma forma acontece conosco. Jesus sabe quem somos e o que fazemos. Ele sabe do mais íntimo do nosso coração e, mesmo assim, nos busca em meio à multidão.

Apesar da opinião dos outros, somos alvo de seu amor de Jesus.

A profissão de Zaqueu fazia dele uma pessoa desprezível e indesejada por todos. Mas para Jesus não era o que parecia. Pelo contrário, o Senhor vai ao seu encontro, não com palavras de julgamento ou condenação, mas de vida eterna. Da mesma forma, quem achamos que somos ou a maneira como as pessoas costumam nos tratar não tem relação com a maneira como Jesus Cristo olha para nossa vida. Os caminhos dele são incomparavelmente superiores (Cf. Is 55:9).

Apesar das trevas que nos rodeiam, com Cristo somos livres.

Não sabemos como ou porque Zaqueu foi aceito como cobrador de impostos. Contudo depois da ilustre visita, o seu dinheiro passou de objeto de ódio para um instrumento de bênção, especialmente aos mais pobres. Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. Até mesmo as experiências negativas podem ser mecanismos usados por Deus para nos apontar um caminho melhor.

A experiência de Zaqueu com Jesus é também nossa experiência, pois Jesus continua nos buscando “pelo nome”, nos transformando de dentro para fora e nos usando para abençoar os outros.

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