IGREJA METODISTA EM VILA ISABEL
Fundada em 15 de Junho de 1902

Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 400
Vila Isabel - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20551–031     Tel.: 2576–7832


Igreja da Vila

Aniversariantes

Metodismo

Missão

Artigos e Publicações

Galeria de Fotos

Links


Metodismo
Rio, 5/4/2007
 

Os antepassados de Joćo e Carlos Wesley pela linha materna (Bispo Barbieri)

ZZ Outros Colaboradores ZZ


 

Os antepassados de João e Carlos Wesley pela linha materna (*)

Sante Uberto Barbieri


“...minha preocupação mais entranhável é por tua alma imortal e por tua felicidade espiritual..."
Susana Wesley

Não muitas mulheres cristãs da têmpera e caráter de Susana Wesley, mãe de João e Carlos Wesley, enumeram a história da Igreja. Susana possuía muitas características que lhe deram lugar de destaque entre suas congêneres, principalmente pelo renome e. obra de seus filhos. Não possuímos muitas notícias a respeito de seus antepassados, salvo algumas memórias acerca do seu pai Samuel Annesley e de seu av materno, João White, com os quais nos deteremos brevemente.


João White

João White era gaulês. Estudou também em Oxford, no Colégio de Jesus. Mais tarde formou-se em leis e estabeleceu escritório de advocacia, de onde se empenhou na defesa de muitos puritanos. Em 1636 foi eleito membro da Câmara dos Representantes, opondo-se à política do rei Carlos I. Era presidente do "Comitê de Religião" e nessa qualidade teve de haver-se com os casos de quase cem clérigos, cujas vidas não harmonizavam com a posição que ocupavam. Como resultado dessa tarefa, que lhe proporcionou ocasião para estudar a vida íntima do clero de sua época, publicou um volume intitulado: "Primeiro Século de um Sacerdócio Malicioso e Escandaloso". Também foi membro da "Assembléia de Teólogos" de Westminster. Consumiu-o cedo o zelo excessivo com que se dedicava a suas múltiplas tarefas, a tal ponto que morreu ao contar tão-somente 54 anos de idade. Morreu em janeiro de 1644.

Uma coisa, entre outras, se impõe à recordação: num discurso que pronunciou no parlamento, em 1641, tratou de provar que os ofícios de bispo e presbítero são a mesma coisa. Asseverou, ainda, que as distinções que se fazem entre vigários, diáconos e outros clérigos são produto de inovações humanas, sem razão de ser. (1) Não nos espantará, pois, que João Wesley, seu bisneto, quase um século mais tarde, advogasse pela igualdade de ordens entre o ofício de bispo, e de presbítero, e que o levasse, ante a negativa de seu bispo, a ordenar alguns de seus pregadores itinerantes, ainda quando as leis canônicas da Igreja da Inglaterra não lhe permitissem fazê-lo, a fim de prestar melhor serviço eclesiástico por meio da Igreja Metodista que se havia formado na América do Norte, sob alegação da independência política desse país.


Samuel Annesley

Da família do pai de Susana não temos outras notícias senão as do próprio Samuel Annesley. Sabemos que era de linhagem aristocrática, primo-irmão do conde de Anglesley, e que nascera no ano de 1620 na localidade de Haseley, Warwickshire. Seu pai faleceu quando ele tinha apenas quatro anos de idade. Sua mãe, mulher mui piedosa, ensinou-lhe a ter em muita estima a pureza de vida religiosa. Diz um seu biógrafo:
"Desde a infância seu coração sentiu o chamado para pregar, e, a fim de estar em condições de fazer tal coisa, começou a ler a Bíblia seriamente quando tinha somente 5 ou 6 anos de idade. E tal era seu ardor que se propôs ler vinte capítulos por dia, costume que manteve até ao fim da vida." (2)

Quando completou quinze anos foi para a Universidade de Oxford, matriculando-se no "Colégio da Rainha" (Queen's College), onde se graduou Mestre em Artes. Aos 24 anos decidiu dedicar-se ao trabalho da Igreja. Foi num período difícil para a Inglaterra, na época em que seu rei estava contra o parlamento. Depois de receber diploma de Doutor em Leis (LL.D.), foi nomeado capelão de um barco de guerra, posto que não o agradou, abandonando-o logo para assumir a responsabilidade da paróquia de Cliffe, no condado de Kent, em cujo pastorado permaneceu por muitos anos. A princípio os paroquianos não o queriam, mas lamentaram quando os deixou. Sua fidelidade lhe havia ganho o amor do povo. Teve de deixar o lugar por causa de algumas coisas duras que ele disse contra a execução de Carlos I e contra Cromwell e outros oficiais da "Commonwealth". Em 1652 assumiu o cargo da pequena paróquia de São João Evangelista, em Londres. Em 1657 foi nomeado leitor para a tarde de domingo na catedral de São Paulo. Mais tarde Ricardo Cromwell (filho de Oliver Cromwell) nomeou-o vigário de São Gil onde serviu até 1662, quando foi sancionado o "Ato de Uniformidade".

Era puritano convicto e, como Bartolomeu e João Wesley (o avô), manteve sua liberdade de consciência renunciando aos privilégios de uma paróquia da Igreja Oficial. Durante dez anos pregou em particular e sob circunstâncias difíceis. E pelo que se chamou mais tarde o "Ato de Indulgência", obteve permissão para pregar no salão de cultos de "Little Saint Helen's". Serviu ali com fidelidade até que foi chamado à vida superior.

Casou-se duas vezes. Sua primeira esposa foi sepultada em 1649 e o único filho de ambos faleceu também, em 1653. A segunda vez, desposou a filha de João White, em 1652, provavelmente depois de sua ida para Londres. De sua segunda esposa teve vinte e quatro filhos, entre os quais Susana, mãe de João e Carlos Wesley, foi a última a chegar. Era ela mulher de dotes piedosos e muita prudência, desvelando-se muito pela instrução religiosa de seus filhos.

A casa de Samuel se constituiu em refúgio de muitos dissidentes e local de encontro dos párocos não-conformistas. Aos jovens estudantes da "Academia dos Dissidentes" era agradável estar em sua casa. Entre eles encontramos Samuel Wesley (pai de João e Carlos), e sem dúvida, foi naquela época que travou conhecimento com aquela com quem se casaria alguns anos mais tarde. Consta que o Dr. Annesley era mui frugal em sua maneira de viver. Diz o historiador da família:

"Bebia tão-somente água. Estudava num cômodo no desvão de sua casa, com as janelas abertas e sem aquecimento no verão ou no inverno. Tinha uma renda considerável das propriedades que herdara, além de seu salário, todavia separava para fins benevolentes a décima parte de tudo quanto recebia, prática que punha em exercício antes de usar o restante em outras coisas." (3)

Como veremos mais adiante, encontraremos traços de algumas destas características em seu neto João Wesley.

Susana Wesley
Susana Wesley ocupou o vigésimo quarto lugar entre os filhos que o Dr. Samuel Annesley teve de seu segundo matrimônio. Nasceu ela em Londres, a 20 de janeiro de 1669.

Recebeu educação fora do comum para uma mulher de sua época. Além da língua materna, estudou grego, latim e francês. De uma carta que seu esposo escrevera a seu filho Samuel em 1707, infere-se que ela não tinha conhecimento mui esmerado de latim. O pai, ao insinuar a seu filho que lhe escreva acerca de seus pensamentos mais íntimos, diz-lhe:

"...eu te prometo segredo, que mesmo tua mãe de nada saberá, a menos que tu queiras que ela saiba, por isso seria conveniente que me escrevesses em latim." (4)

Provavelmente ela o havia esquecido por não usá-lo, pois o Dr. Fitchett diz que o conhecia em sua adolescência.(5)

Adornava-a uma inteligência brilhante e mente vivaz. Desde a infância manifestou interesse incomum pela teologia. Depois de ponderar os motivos que haviam suscitado as controvérsias entre os Dissidentes e a Igreja da Inglaterra, decidiu lançar sua sorte com esta. Contava, então, 13 anos de idade. Casou-se com Samuel Wesley na primavera de 1689 e trouxe ao mundo dezenove filhos no espaço de 21 anos. Sobreviveu sete anos além de seu esposo. No entanto, quando faleceu, alcançou a mesma idade que ele tinha ao morrer, isto é, 72 anos.

Nessa ocasião estava em Londres vivendo com seu filho João Wesley na chamada Fundição (local de cultos que João Wesley adaptara de uma velha fundição de canhões).

Certamente Susana foi uma das mais instruídas e inteligentes mulheres de sua época. O Dr. Fitchett assevera que "ela era, provavelmente, a mulher mais capaz de toda a Inglaterra em sua época".(6) Contudo, a grande glória de Susana não a encontramos em seus conhecimentos intelectuais, e sim em seu poder de penetração e em sua sensibilidade espiritual. Temos de admirá-la, também, por sua consagração aos interesses e misteres do lar, pelo cuidado extremo que dedicou aos filhos, pela intensidade de sua fé e a paciente integridade com que soube enfrentar as diversas e contínuas provas de sua vida. Diz o Dr. Fitchett que lhe faltava veia humorística. Possivelmente isso fosse verdade, mas devemos recordar,.nos de que era responsável por uma família numerosa, e que muitas vezes tinha de engenhar para alimentá-la, de modo particular quando o esposo estava no cárcere por causa das dívidas contraídas.

Estava sujeita a sofrer os desmandos do povo hostil, que, geralmente demonstrava pouca ou nenhuma simpatia com sua família, e serenamente assistiu à reiterada prova e humilhação de ver o esposo ir para o cárcere. Demais, sua saúde era pobre, o que fez seu marido informar seu arcebispo: "Minha esposa está enferma a metade do tempo". (7) Nestas circunstâncias era realmente difícil conservar veia humorística!

Foi esposa exemplar e mãe modelo. Como esposa sempre esteve pronta para seguir o marido e secundá-lo em todas as ocasiões e provas. Por ele esteve disposta a submeter-se aos maiores sacrifícios e a defendê-lo de qualquer ataque que alguém ousasse fazer-lhe. Em todo sentido foi grande ajudadora, tanto em sua vida como em sua obra. Como mãe, extremou-se em dispensar aos filhos o melhor e mais nobre do que é capaz de oferecer a religião cristã. Talvez tenha sido mui severa e rígida em seus métodos educativos. Todavia, o importante é que adotou um método e, acima de tudo, um método digno dirigido para um fim elevado. Acostumava os filhos a ter horas marcadas para cada dever, e ela foi a única professora que cada um deles teve na aldeia de Epworth. Seu filho Samuel foi o único a quem providenciaram professor particular durante a infância.

Para Susana, o supremo no lar era a religião. Preocupava-se com extremo zelo pela educação religiosa dos filhos. Esta foi a razão por que os filhos varões chegaram a ser personagens tão distintos e úteis para o mundo todo. Separava, além das devoções familiares, uma hora semanal para cada um deles. No ano 1712 escreveu a seu esposo:

"Resolvi começar com meus próprios filhos e, portanto, me propus observar o seguinte método: Tomo, da porção de tempo que posso economizar cada noite, o necessário para discorrer com cada um deles, separadamente, acerca do que seja sua principal necessidade. Segunda-feira conversava com Molly, terça-feira com Hetty, quarta-feira com Mary, quinta-feira com Jacky, sexta-feira com Patty, sábado com Carlos e domingo com Elimia e Sukey juntas." (8)

Como vimos, a noite dedicada a João era a quinta-feira. Podemos imaginar a influência que isso teria sobre sua jovem vida. Foi nesse mesmo ano quando escreveu essa carta, que começou a ter reuniões em sua casa enquanto o esposo estava ausente durante vários meses. Surpreendentemente a freqüência foi crescendo cada vez mais em número. Às vezes mais de duzentas pessoas vieram ouvir suas exortações e a leitura de sermões. Duas vezes, por instigação do ajudante de seu esposo, ela recebeu do marido sugestão para que desistisse de dirigir tais reuniões, por achar que era conduta inconveniente para uma mulher. Não obstante, ela continuou adiante com esse costume. E respondendo à segunda carta, que sobre o assunto lhe escrevera o esposo, disse-lhe:

"Se tu, sem dúvida, pensas que é conveniente dissolver esta assembléia, não me digas que desejas que eu o faça, porque isso não seria suficiente para satisfazer a minha consciência. Se assim for, envia-me tua ordem positiva, em termos tão completos e terminantes que me absolvam de toda culpa e castigo por haver descuidado esta oportunidade de fazer o bem, no dia em que tu e eu apareçamos diante do grande e terrível tribunal de Nosso Senhor Jesus Cristo." (9)

Diante dessa ordem inequívoca, Samuel Wesley nada mais disse, nem mencionou o assunto em cartas posteriores. Ela, portanto, continuou com as reuniões, o que conquistou para a Igreja a simpatia e o interesse do povo que por tantos anos antes se havia conservado alheio aos interesses religiosos. Desta maneira, trouxe ela grandes benefícios à obra do esposo, maiores do que este conseguira durante muitos anos de seu ministério ali. João e Carlos estavam em casa nesse período. Certamente que tais reuniões deviam ter deixado funda impressão em suas mentes infantis. Sua mãe estava iniciando-os numa prática que eles adotariam mais tarde em todo seu ministério: a de dirigir reuniões de caráter devocional e evangelizador fora da Igreja.

A educação religiosa que ela principiara em casa com cada um dos filhos não se interrompia quando eles saíam do lar por seus estudos ou outras razões. Continuava seu ministério maternal através de cartas. A leitura das cartas que ela escrevia a seus filhos e a seu esposo nos seria de grande benefício, pelo profundo espírito de piedade que exala de todas elas. Através das palavras que traduziam seus pensamentos, vislumbramos a alma de uma mãe zelosa ajoelhada diante do Senhor, rogando por bênçãos permanentes a favor dos filhos. Exemplo do espírito que a incitava a escrever essas cartas encontramo-lo no seguinte fragmento de uma que escrevera a sua filha Susana:

"Tu sabes mui bem como te amo. Amo teu corpo e rogo ferventemente a Deus Todo-poderoso que to mantenha com saúde, que te conceda todas as coisas necessárias a teu bem-estar e sustento neste mundo. Entretanto, minha preocupação mais entranhável é por tua alma imortal e por tua felicidade espiritual. Não posso expressar melhor meu interesse nesse sentido, senão esforçando-me por instilar-te, a todo instante, aqueles princípios de conhecimento e verdade que são absolutamente necessários para que te empenhes em levar aqui uma vida virtuosa, que é o único que pode infalivelmente assegurar tua felicidade eterna." (10)

Ainda que muitas vezes estivesse impossibilitada de mover-se por suas freqüentes enfermidades, não se escusava de cumprir com sua obrigação de mãe cristã, e empenhava-se, então, em escrever longas cartas a seu Samuel, ou a João, ou a Susana, ou a Carlos. Mesmo depois que eles se casaram e eram portadores de graus acadêmicos, continuou seu ministério paciente e epistolar, exortando-os a viver sempre junto ao Senhor, e a servi-lo. De sua parte, freqüentem ente os filhos a consultavam quando se lhes apresentava algum assunto importante para resolver. Mais de uma vez ajudou a João no desenvolver de seu movimento religioso. Especialmente útil foi seu conselho quando, nas Sociedades Metodistas, se iniciou a pregação leiga. Sua palavra, discreta e serena, mui amiúde evitou que seu filho João, levado pelo impulso do momento, tomasse resoluções precipitadas.

Vale a pena notar que atrás de cada grande homem da História, quase invariavelmente se descobre o grande, piedoso e amoroso coração de uma mãe consagrada.

Sua fé em Deus e em Cristo era maravilhosa. Nada, nem ninguém podia separar seu coração da companhia de Deus. Foi mulher que sofreu muito, mas tanto ela quanto seu esposo jamais olvidaram que Deus era sua fortaleza e salvação. Cria firmemente na eficácia da oração intercessória. Orava com seus filhos quando viviam a seu lado, e por eles quando se achavam ausentes, dedicando sempre muito tempo a suas devoções. Era muito organizada, meticulosa e severa em muitos de seus métodos. A esse respeito escreveu certa ocasião:

"Quando era jovem e dedicava demasiado tempo a diversões infantis, resolvi não gastar em passatempos nem um só dia, mais do que eu pudesse dedicar a minhas devoções pessoais."

Alguém que a conheceu muito intimamente escreveu :

"A graça manifestava-se em todos os seus passos, o zelo se refletia em seus filhos e cada gesto seu expressava divindade e amor."

Em seus empreendimentos era pertinaz e perseverante. Basta um incidente para ilustrar essa característica. Um dia o esposo havia estado observando-a enquanto ela instruía a um de seus filhos. Num dado momento interrompeu-a para dizer-lhe:

"Admira-me a tua paciência. Disseste aquele menino vinte vezes a mesma coisa." A isso ela respondeu: "Se eu me houvesse contentado em dizê-la somente dezenove vezes teria perdido tudo. Pudeste verificar que foi somente a vigésima que coroou meu trabalho." (11)

É muito possível que sua religião pudesse parecer, às vezes, demasiado mecânica e formal. Entretanto, impregnava-a uma fé e esperança portadoras de muitas bênçãos morais e espirituais. Sem dúvida que é melhor ter um método, a não ter nenhum e esquecer-se dos ditames de uma vida religiosa. Por certo que o mundo é mais rico no que se refere aos valores morais e espirituais, pela vida que levou essa mulher piedosa e heróica, cujas virtudes se manifestara;m e desenvolveram tão meritoriamente no seio de sua casa e família. Um dos estudiosos da história do metodismo fez sobre seu caráter este elogioso comentário:

"Tenho-me familiarizado com muitas mulheres piedosas e tenho lido sobre a vida de outras, mas de uma mulher como essa, completa e perfeita, nunca tenho ouvido falar, tampouco tenho lido que existisse e jamais tenho entrado em contacto com uma de .tal magnitude. Apenas Salomão descreveu no final de seus Provérbios a uma tal como esta, e adotando suas palavras, posso dizer: "Muitas mulheres procedem virtuosamente, mm Susana Wesley a todas sobrepuja'." (12)

Ela, em verdade, foi uma dessas almas que mui raras vezes passam entre nós, e cujas vidas exalam a íntima graça divina: amando, servindo e sofrendo em nobre silêncio. Bem-aventurada seja sua memória!

NOTAS:
(1) Stevenson, Q. J., Op. Cit., pág. 158.
(2) Mc Tyeire, H. N.: "History of Methodism”, pág. 20
(3) Pelo autor de "Wesley and his Friends", pág. 20.
(4) Stevenson, G. J., Op. Cit. Pág. 104.
(5) Idem, pág 15.
(6) Stevenson, G. J., Op. Cit., pág. 16.
(7) Fitchett, W. H., Op. Cit., pág. 18.
8) Citado de uma carta que ela escreveu a 6 de fevereiro de 1712, Stevenson, G. J., Op. Cit. pág. 195
(9) Stevenson, G. J., Op. Cit., pág. 197, citado de uma carta que ela escrevera em 25 de fevereiro de 1712.
(10) De uma carta escrita de Epworth, a 13 de janeiro de 1709 ou 1710, citada por Stevenson, G. J., Op. Cit. 281.
(11) Wiseman, F. Luke, "Charles Wesley", pág. 19.
(12) Clarke, Adam Dr., citado por Stevenson, G. J., Op. Cit., pág. 230.


(*) Texto extraído do capítulo II do livro "Extranha Estirpe de Audazes", escrito pelo saudoso Bispo Sante Uberto Barbieri.

O livro pode ser lido integralmente nesse site. O endereço do livro no site é http://www.metodistavilaisabel.org.br/artigosepublicacoes/descricao.asp?n=47

Voltar


 

Copyright 2006® todos os direitos reservados.